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    13-10-2021
    Reitores de sete universidades estaduais do Paraná se reuniram com o governador Carlos Massa Ratinho Júnior para entregar um ofício com demandas urgentes das instituições. No documento, elaborado pela Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (Apiesp), também é descrita a situação da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O reitor Julio César Damasceno justificou que há necessidade de atendimento das demandas o mais breve possível.

    “O socorro é para evitar uma possível inviabilidade no funcionamento das instituições de ensino superior e para permitir uma futura retomada das aulas presenciais; o que na UEM dependendo de deliberação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP). O governador, ao receber o ofício com reivindicações da Apiesp, reforçou a importância das universidades para a população, algo que ficou ainda mais evidente desde março de 2020, com extensas ações de combate à pandemia”, contou Damasceno.

    Dentre as dificuldades impostas à instituição estão: a queda de 51% na arrecadação própria de 2019 para 2020 (de R$ 15,6 milhões para R$ 8 milhões só em ensino); o corte de 75% na verba de custeio disponibilizada pela Lei do Orçamento Anual/LOA (R$ 5,8 milhões em 2021, frente aos R$ 23,4 milhões executados no último ano); e o impacto da Desvinculação de Receitas de Estados e Municípios (Drem) – de 2018 até agora já foram retidos pelo Estado R$ 29,7 milhões.

    Num geral, os reitores pediram autorização para realização de horas extras, especialmente na área da saúde. Solicitaram, ainda, a aplicação integral da Lei de Cargos, uma vez que a não implantação causa diversos problemas administrativos. Por fim, requerem a destinação de orçamento de custeio. Os principais obstáculos atualmente são a aplicação da Desvinculação de Receitas de Estados e Municípios (Drem); cortes no orçamento; necessidade de reposição do quadro de servidores, contratação de terceirizados e nomeação de professores.

    Esteve presencialmente nesse encontro, além do governador, o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Aldo Nelson Bona.

    Victor Cardoso
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    13-10-2021
    A Universidade Estadual de Maringá é uma das seis instituições de ensino superior do Paraná ranqueadas pelo Emerging Economies University Rankings

    O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) retomou as orientações para toda população no serviço de assistência jurídica. O atendimento é feito por e-mail e telefone. O contato pode ser realizado pelo número (44) 3011-4335 e pelo endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., das 7h40 às 11h40, e das 13h30 às 17h30. Serviço funciona de segunda a sexta-feira.

    Neste momento, enquanto a UEM estiver em ensino remoto, o NPJ vai realizar apenas assistência jurídica e não judiciária, quando há ajuizamento de novas ações; essa modalidade de atendimento conta com a participação dos alunos. O setor atende gratuitamente pessoas que moram no foro central da comarca da região metropolitana de Maringá e com renda familiar, por pessoa, menor que um salário mínimo.

    “Além do NPJ, a UEM oferece atendimento jurídico de graça por meio do Núcleo de Estudos e Defesa de Direitos da Infância e Juventude (Neddij) e do Núcleo Maria da Penha (Numape). O Neddij trabalha com questões envolvendo a concretização dos interesses da criança e dos adolescentes que têm seus direitos ameaçados ou violados, e a promoção da defesa jurídica de adolescentes acusados de serem autores de atos infracionais. Por exemplo: casos de guarda de menores, visitação e pensão alimentícia, adoção, tutela, emancipação, autorização judicial para casamento ou viagem”, explicou a coordenadora do NPJ, professora Maria Estela da Silva Trintinalha.

    Este serviço atende de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 17h30 pelo número (44) 99929-1468 e e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O setor presta atendimentos remotos e gratuitos para moradores de Maringá, Paiçandu, Doutor Camargo, Ivatuba ou Floresta. Já o Numape oferece orientações e encaminhamentos de natureza jurídico-social para mulheres em situações de violência, no contexto de enfrentamento da Lei Maria da Penha. De forma gratuita, o contato é feito pelo número (44) 98408-6305 e e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., das nove às 15 horas. O público alvo são mulheres com renda mensal de até três salários mínimos, que tenham bens de no máximo R$ 150 mil, moradoras de Maringá.

    Victor Cardoso
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    06-11-2021
    A Universidade Estadual de Maringá é uma das seis instituições de ensino superior do Paraná ranqueadas pelo Emerging Economies University Rankings

    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) já formou humana e intelectualmente 77.673 profissionais para o Brasil e para o mundo ao longo dos 52 anos de história. Além disso, forma especialistas, mestres em 56 cursos e doutores em 29 cursos. Neste sábado, ao completar mais um aniversário de criação, a universidade pública, gratuita, de qualidade e inclusiva, mantém uma forte tradição em Ensino, Pesquisa e Extensão; e tem 20 mil estudantes, da creche ao pós-doutorado, e quase 3,7 mil servidores públicos.

    A instituição é, atualmente, a 48º do ranking das 100 melhores da América Latina da Times Higher Education, com salto de 33 colocações em relação à medição anterior. A universidade evoluiu nas avaliações de ensino e pesquisa, internacionalização e recursos externos; são parcerias público-privadas e convênios com universidades estrangeiras em todos os continentes.

    “Somos uma instituição que não se contenta apenas em repassar conhecimentos. A UEM é prestadora dos mais variados serviços à população e tem uma comunidade científica, competente e reconhecida nacional e internacionalmente, envolvida com pesquisas e inovação”, disse o reitor Julio César Damasceno.

    A UEM possui 5.303.405,46 m² de área física, que abriga instalações como blocos didáticos (salas de aula e laboratórios), blocos administrativos, bibliotecas, restaurante e refeitórios, Universidade Aberta à Terceira Idade (Unati), Hospital Veterinário Universitário, Complexo de Saúde, Complexo de Centrais de Apoio à Pesquisa (Comcap), Escola de Música, anfiteatros e auditórios, museus, Editora (Eduem), institutos de idiomas, estação climatológica, Complexo Esportivo, entre outros.

    O Complexo de Saúde é formado pelo Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), o Hemocentro, a Clínica Odontológica, a Unidade de Psicologia Aplicada (UPA), o Laboratório de Ensino e Prática em Análises Clínicas (Lepac) e a Farmácia Ensino, que realizam de graça diversos atendimentos à população do norte paranaense. Atualmente são sete câmpus no Estado: Cianorte, Cidade Gaúcha, Diamante do Norte, Goioerê, Ivaiporã, Maringá (sede) e Umuarama. Também há polos de apoio presencial do Núcleo de Educação a Distância (Nead), a Fazenda Experimental de Iguatemi (FEI) e a base avançada de pesquisas do Núcleo de Pesquisa em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura (Nupélia)

    HISTÓRIA
    O prefeito de Maringá entre 1969 a 1972, Adriano José Valente, desapropriou um terreno com quase 80 alqueires para instalar o Câmpus Universitário na Zona 7 de Maringá, onde fica o câmpus sede. Na época, uma comissão fez estudos de viabilidade econômica de criação da UEM e o resultado foi apresentado ao então governador Paulo Pimentel.

    Em seis de novembro de 1969 houve a promulgação da Lei Estadual 6.034/69 do Paraná. José Carlos Cal Garcia foi nomeado [continua...]

    Victor Cardoso
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    02-11-2021
    O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações perdeu mais de R$ 600 milhões de recursos do orçamento, isso significa 92% do total. Em Maringá esse reflexo é sentido, onde 456 bolsistas da Universidade Estadual de Maringá (UEM) estão sem receber desde setembro. No Congresso Nacional há uma mobilização para reverter a situação; é o projeto de lei 17.2021 que propõe uma suplementação orçamentária.

    Do total de bolsas em atraso estão 168 estudantes de cursos de licenciatura pertencentes ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e 288 graduandos que recebem bolsa pela Residência Pedagógica (RP). Segundo os alunos, eles não receberam o pagamento de setembro e correm o risco de também não receber o valor de outubro.

    “Com o corte de bolsas, esses programas estão sendo ameaçados de não ter o seu pagamento na sua continuidade, visto que nós tivemos um projeto que foi aprovado que cortou o orçamento para a ciência dos recursos da Capes destinados aos investimentos de desenvolvimento científicos do nosso País e onde o Pibid e o Residência Pedagógica que são programas da Capes também sofreram esse corte proveniente do Ministério da Economia”, explicou a pró-reitora de Ensino da Universidade Estadual de Maringá, Alexandra Cousin, em entrevista para a Rádio CBN Maringá.

    Ela continuou dizendo que desde o corte anunciado, os programas estão entrando em colapso. Já sobre o projeto que está tramitando no Congresso, salientou que o assunto já passou pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). No País existem 60 mil bolsistas e o valor necessário no orçamento para o pagamento até março é de R$ 124 milhões.

    Victor Cardoso
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    30-10-2021
    O SIGA (Sistema Integrado de Gestão de Ambulâncias), um aplicativo criado com o objetivo de fortalecer o eixo de comunicação e fluxo de informação em tempo real entre hospitais e ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), será testado inicialmente na sala de emergência do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM).

    Além da conexão em tempo real, o aplicativo propiciará uma resposta intra-hospitalar imediata, norteando os profissionais da sala de emergência, agilizando os procedimentos e a gestão dos leitos. A ideia do produto surgiu das dificuldades percebidas em atender as demandas de emergência do SAMU devido a problemas de comunicação. Assim, procura-se trazer benefícios para a organização do recebimento do paciente grave e tornar o atendimento mais eficiente.

    O projeto foi desenvolvido pelo graduando em medicina da UEM, Pedro Iora, orientado pelo professor Luciano de Andrade em parceria com dois estudantes de ciências da computação da UEM, os irmãos Alisson e Alan Lopes. Também houve a colaboração do enfermeiro intervencionista Luiz Mancini e o médico Marcos Bitencourt do SAMU.

    “O SIGA é bastante simples de usar e é divido em duas partes. Uma interface web voltada para os profissionais que ficam diretamente no hospital, sendo acessível por qualquer computador com internet; e um aplicativo mobile voltado para os profissionais do atendimento pré-hospitalar”, explica Andrade.

    O orientador do projeto também ressalta que com o aplicativo será possível localizar em tempo real as ambulâncias que estão em deslocamento para o hospital, possibilitando preparo total da equipe para recebimento do paciente. “Espera-se implementar a plataforma no serviço do SAMU regional Norte Novo e nos hospitais de atendimento da rede de urgência e emergência da região”, afirma.

    CHAMU 192

    Existe ainda uma extensão da plataforma voltada para o público em geral: o CHAMU 192. Este está sendo desenvolvido pela acadêmica de medicina Julia Gabella também sob orientação do professor Luciano de Andrade em parceria com Fernando Paggi e Sérgio Filho. O aplicativo facilitará a solicitação de atendimento ao SAMU com localização em tempo real do solicitante e dados pessoais.

    ASC
    Foto – PMM

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