uem-esta-entre-universidades-que-mais-pesquisam-biodiversidade
    22-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) está entre as principais universidades latino-americanas que mais publicam pesquisas sobre biodiversidade. O reconhecimento vem do Top 30 das instituições de ensino superior da América Latina que mais produzem a respeito do assunto. O relatório foi publicado na última terça-feira pela editora acadêmica holandesa Elsevier, especializada em publicação científica mundial. Dentre as brasileiras da lista, somente duas são paranaenses: UEM e Universidade Federal do Paraná (UFPR).

    Conforme o ranking, o Brasil se destaca entre os países latino-americanos. Das 30 universidades listadas, 22 são brasileiras, sendo que 18 são federais e quatro estaduais. O ranking é formado também por universidades da Argentina, Chile, Colômbia e México.

    Entre as universidades estaduais brasileiras, a UEM é a quarta instituição a entrar no ranking. Antes dela, estão a Universidade de São Paulo (USP), no topo da lista; a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em terceiro lugar; e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em quinto. A UEM está na 21ª colocação entre as brasileiras e 28ª das latino-americanas.

    Para o reitor da UEM, Leandro Vanalli, a inclusão da universidade no ranking demonstra o importante papel da UEM na produção do conhecimento científico. “Estar ao lado de universidades de renome é uma conquista que reflete o empenho de nossa comunidade acadêmica, composta por docentes, pesquisadores e estudantes dedicados a produzir ciência de impacto global, especialmente em um tema tão relevante para a preservação da vida, o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. Este resultado nos incentiva a continuar investindo na pesquisa e na inovação, contribuindo para a preservação de nossa rica biodiversidade e para o avanço da ciência no Brasil. Nossa posição no ranking é, acima de tudo, uma vitória coletiva, e agradeço a todos que se empenham diariamente para o crescimento e a consolidação da UEM”, diz.

    O pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Maurício Reinert do Nascimento explica que o recente destaque da UEM neste ranking reflete o trabalho frequente dos grupos de pesquisa, como o Nupelia (Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura) e as iniciativas em agroecologia. Conforme ele, o relatório revela como o Brasil está fazendo investimentos estratégicos em áreas essenciais para o País, como a biodiversidade. “O Brasil é referência nessa área de pesquisa, e isso se deve, em grande parte, à nossa rica biodiversidade, que é uma parte importante de nossa identidade.”

    O vice-coordenador do Nupelia, Luiz Felipe Velho também diz que este ranking coloca a UEM entre as mais famosas universidades estaduais e as principais federais do País, evidenciando a produção científica na área de biodiversidade. “Tirando as três famosas universidades paulistas, a UEM é a única e a quarta universidade estadual do Brasil classificada, todas as demais são federais. Temos vários grupos de pesquisa na UEM trabalhando com biodiversidade, mas, sem dúvida nenhuma, as quatro décadas de produção científica do Nupelia e as três décadas do PEA (Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais) têm contribuído enormemente para o estudo da biodiversidade, não só no Paraná, como também no Brasil e são os principais responsáveis por esse destaque da UEM nesta área”, afirma.

    Segundo ele, o PEA é um curso de pós-graduação em Ecologia com nota 7 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que tem focado seus estudos na Planície de Inundação do Alto Rio Paraná, e mais especificamente ainda sobre a biodiversidade desse ecossistema. O vice-coordenador do Nupelia, ainda citou o Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (PBC) e o programa de Pós-Graduação em Biologia Comparada (PGB) que realizam pesquisas em biodiversidade e colaboram para o posicionamento da UEM neste ranking.

    A coordenadora do Nupelia, Susicley Jati, avalia que o bom posicionamento da UEM na área é motivo de orgulho para os pesquisadores do Nupelia. “Um deles é o Projeto de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (Peld), financiado pelo CNPq, que está sendo desenvolvido há 23 anos. Além dele, outro que existe há mais tempo é o Monitoramento de Macrófitas Aquáticas, mantido em parceria com a Itaipu Binacional, que inspeciona os principais braços do reservatório no lado brasileiro desde 1995.”

    uem-se-destaca-em-ranking-internacional
    16-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) se destacou no World University Ranking (WUR), divulgado recentemente pela consultoria britânica Times Higher Education (THE). Na 44ª posição nacional, está entre as melhores instituições de ensino superior do Brasil.

    A edição de 2025 do ranking avaliou um total de 2.092 instituições de ensino superior em 115 países, com 61 universidades brasileiras, tanto públicas quanto privadas.

    A metodologia utilizada pela Times Higher Education avalia as instituições com base em 18 indicadores de desempenho, que se dividem em cinco categorias: ensino, ambiente de pesquisa, qualidade da pesquisa, perspectivas internacionais e colaboração com a indústria.

    Quando analisamos especificamente a qualidade do ensino, as quatro universidades estaduais do Paraná se destacam ainda mais, figurando entre as 30 melhores do país. A UEM está em 19ª.

    Nesta edição a THE classificou a UEPG em 37º lugar no indicador que analisa a perspectiva internacional, sendo melhor avaliada nesse critério entre as instituições que compõem o Sistema Estadual de Ensino Superior do Paraná.

    Nesse tópico são levados em conta aspectos como a proporção de professores estrangeiros em relação ao total de docentes das instituições, a porcentagem de alunos estrangeiros matriculados e a quantia de publicações acadêmicas feitas em colaboração com instituições de outros países.

    Esse indicador reflete a capacidade de as universidades atraírem talentos de outras nações, além de estimular a cooperação internacional em estudos científicos, fatores essenciais para o intercâmbio e a pesquisa. As outras estaduais do Paraná figuram nesse critério nas posições 47 (UEL), 55 (UEM) e 58 (Unioeste), entre as instituições brasileiras.

    METODOLOGIA

    Para elaborar os indicadores relativos à pesquisa, a THE analisa uma série de dados bibliométricos, como o número de pesquisas publicadas e citações, a partir da plataforma Scopus da empresa holandesa Elsevier, especializada em conteúdo científico.

    No total foram mais de 157 milhões de citações analisadas, em 18 milhões de publicações acadêmicas reunidas na plataforma. Os critérios de avaliação também usam dados oferecidos pelas universidades, vindos de pesquisas feitas nas instituições de ensino superior.

    Da Redação
    Foto – Reprodução

    planetario-professor-carlos-alfredo-argueello-e-inaugurado
    10-10-2024
    Maringá tem uma nova atração cultural e científica. O Planetário Professor Carlos Alfredo Argüello, dentro do campus da Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi inaugurado na última terça-feira. Com isso, toda a população poderá conhecer o espaço, a história e o universo das constelações.

    Foi um sonho de 32 anos feito pelo responsável pelo projeto, professor Marcos César Danhoni Neves. Até então, a UEM tinha outro planetário, o “Circus Stellarium”, porém, totalmente analógico. O novo conta com tecnologia de última geração. Assim, a UEM é a única universidade brasileira com dois planetários funcionais, um analógico e um digital. “É um sonho parcialmente realizado”, diz. Ainda falta a criação da Praça do Céu, que será uma releitura do observatório astronômico pré-histórico chamado Stonehenge (Inglaterra), feito com pedras que marcam as posições dos solstícios e equinócios.

    Todavia, o sonho de Danhoni pode estar bem próximo. O reitor da UEM, Leandro Vanalli recebeu a confirmação de que já existem recursos do Governo do Estado para a “Praça do Céu”. “Agora vamos apresentar o projeto para garantir mais essa obra de grande importância científica para a comunidade.”

    Com a responsabilidade do Programa de Pós-Graduação em Educação para Ciência, do Programa de Educação Tutorial (PET) Física e do Departamento de Física da UEM, o planetário é chancelado pelo Centro de Ciências Exatas (CCE). Será uma ferramenta essencial para a formação dos estudantes e para despertar o interesse do público pela ciência. As escolas e outras instituições podem visitar a partir de agendamentos.

    ESTRUTURA

    O novo planetário tem 7 metros de diâmetro e capacidade para 35 pessoas, equipado com poltronas reclináveis e ar condicionado. Serão exibidos filmes curtos sobre astronomia, cosmologia, física e outros temas científicos.

    A construção do novo planetário só foi possível por causa dos recursos obtidos por meio de um edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

    O nome do novo planetário é uma homenagem ao Professor Carlos Alfredo Argüello, cientista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), orientador de mestrado do professor Danhoni, que faleceu em 2020 aos 82 anos. Ele foi um dos principais cientistas que ajudou a fundar o Instituto de Física da Unicamp, sendo reconhecido como um grande cientista, educador para a ciência, indigenista, freiriano e astrônomo. Foi ainda marinheiro. Ele atravessou o Atlântico praticamente sozinho e um barco construído por ele.

    Da Redação
    Foto – UEM

    18-mostra-de-profissoes-da-uem
    08-10-2024
    A 18ª Mostra de Profissões da Universidade Estadual de Maringá (UEM) será nesta quinta-feira (10) e sexta-feira (11), em frente à Pró-Reitoria de Ensino (PEN) no Bloco B33. Na quinta-feira ocorrerá das 8h às 22h e na sexta-feira, das 8h às 17h.

    A Mostra passou por todos os cinco câmpus regionais: Cidade Gaúcha, Umuarama, Ivaiporã, Cianorte, Goioerê e serviu para apresentar à comunidade estudantil, tanto pública como particular, os cursos oferecidos pela UEM em suas regionais.

    A Mostra de Profissões é anualmente organizada pela Pró-Reitoria de Ensino (PEN) por meio da Diretoria de Ensino de Graduação (DEG), com o intuito de divulgar os cursos oferecidos pela universidade e orientar os estudantes nas escolhas profissionais.

    Os grupos que estarão presentes na Mostra são: PROINTE, ILG, IEJ, ECI, PROPAE, CUIA, NEAD e MIX-FM.

    Os cursos participantes são: Administração, Agronomia, Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes visuais, Biomedicina, Bioquímica, Biotecnologia, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Comunicação e Multimeios, Design, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Agrícola, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica , Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Estatística, Farmácia, Filosofia , Física, Geografia, História, Informática, Letras, Matemática, Medicina, Moda, Música, Odontologia, Pedagogia, Química, Secretariado Executive Trilingüe e Zootecnia.

    A expectativa é receber 32 mil visitantes entre estudantes, professores, pesquisadores, profissionais de várias áreas e o público em geral interessado em ciência e tecnologia.

    Da Redação
    Foto – Reprodução

    uem-na-midia
    06-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é a melhor universidade estadual do Paraná pelo segundo ano seguido, segundo o QS World University Ranking: Latin America & The Caribbean 2025, organizado pela consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS) e publicado na última quinta-feira.

    Assim como em 2023, a UEM está na liderança entre as cinco Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES) do Paraná ranqueadas. Já entre todas as 10 universidades paranaenses públicas e privadas analisadas pelos organizadores, a UEM aparece na terceira posição, atrás somente da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

    Em âmbito nacional, a UEM foi considerada a 27ª melhor entre 96 Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras analisadas. Já entre as 320 instituições sul-americanas ranqueadas, a Universidade está na 82ª posição.

    Conforme o reitor Leandro Vanalli o ranqueamento da UEM reflete o trabalho colaborativo entre gestão e comunidade acadêmica. “Recebemos com muita alegria a notícia de que a UEM se posiciona muito bem a nível estadual, nacional e internacional no ranking que avalia a influência das instituições na sociedade, na produção científica e também na formação dos estudantes. Isto é fruto de investimentos feitos pelo Governo do Estado e pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), e principalmente, da qualidade dos nossos servidores e estudantes que, juntos, sempre buscamos a excelência. Parabéns à UEM e ao Sistema de Ensino Superior do Paraná.”

    A publicação de quinta-feira também apontou a evolução da nota geral da UEM. Em 2024 a Universidade recebeu um escore médio de 44,4 pontos, isto é, cinco a mais que os 39,3 alcançados no ano passado.

    O crescimento aconteceu por causa de avanços conquistados pela UEM em diversas áreas. Em seis dos oito quesitos avaliados pelo ranking, a Universidade registrou melhora em relação ao ano anterior. As maiores evoluções foram em “citações por artigo” e “impacto on-line”, que avaliam, respectivamente, o número médio de citações aos artigos acadêmicos produzidos na instituição e a visibilidade da universidade nas mídias digitais.

    Neste contexto, o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PLD) da UEM, Maurício Reinert do Nascimento explicou que a Universidade tem protagonismo internacional em diversos setores. “Somos a 28ª em impacto nas redes sociais, a 42ª em artigos acadêmicos por professor, a 69ª em citações por artigo acadêmico e a 79ª em internacionalização da pesquisa, entre mais de 400 universidades analisadas. Este é um dos principais rankings internacionais de que dispomos, e já somos destaque não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina.”

    Da Redação
    Foto – Reprodução

    Login Form

    DENUNCIEUEM SEM ASSÉDIO

    © 2026 ASC • Assessoria de Comunicação Social • Universidade Estadual de Maringá

    Please publish modules in offcanvas position.