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    27-11-2021
    No Dia D de Mobilização Estadual de Combate à Dengue, foi lançada nesta sexta-feira (26), ao vivo e pela internet, uma ferramenta implementada como um pacote, chamada ArboviControl, que automaticamente gera relatórios com base em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

    A ser usada por gestores de saúde pública do Paraná no combate à doença, o trabalho foi idealizado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). De acordo com a pasta, 83,7% das cidades do Paraná estão infestadas pela dengue.

    Eniuce Menezes de Souza, professora do Departamento de Estatística (DES) e do Programa de Pós-Graduação em Bioestatística (PBE) da UEM, responsável pelo ArboviControl, explica que, de maneira online, o usuário conseguirá gerar relatórios com dados atualizados semanalmente. O uso será para a Sesa, as 22 Regionais de Saúde e cada um dos 399 municípios paranaenses, inclusive com informações de dengue por bairros.

    “A ideia é expandi-lo para outros estados do País e deixar o pacote mais interativo”, disse.

    O ArboviControl (em linguagem R) gera análises e relatórios de forma automática, o que contribui para o monitoramento e a avaliação da dengue, consequentemente ajudando no planejamento de ações, na tomada de decisões por parte de gestores municipais da área da saúde, na otimização de recursos e no salvamento de vidas humanas. Para construção dele, houve colaboração, além de DES e PBE, do Departamento de Matemática (DMA) da UEM.


    O reitor Ricardo Dias Silva enalteceu o trabalho colaborativo e a parceria público-privada, pois acredita que são benéficos à evolução da Ciência e da Inovação. “A UEM se orgulha com a possibilidade de oferecer ao nosso Estado não só a formação de profissionais, mas também o avanço em pesquisa e nas atividades de extensão para que a população tenha acesso a serviços tecnológicos e de saúde”, disse.

    Além de Souza, também estiveram na transmissão ao vivo do Dia D: Douglas Lopes Farias, diretor de Tecnologia da Informação do Centro Universitário Ingá (Uningá); Ederlei Ribeiro Alkamin, chefe da 15ª Regional de Saúde; Greicy César do Amaral, coordenadora da Educação Permanente em Saúde da 15ª Regional de Saúde; Ivana Lúcia Belmonte, coordenadora da Vigilância Ambiental da Sesa; Jociene Santana Pimentel, bióloga da Sesa; Maria Goretti David Lopes, diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa; Ricardo Dias Silva, reitor em exercício da UEM; e Solange Munhoz Arroyo Lopes, diretora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade UniCesumar.

    AEN
    Foto – Reprodução

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    07-10-2021
    A Alper-Doger (AD) Scientific Index, responsável por ranquear universidades e cientistas de todo o planeta, divulgou dados apontando que pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) estão entre os mais relevantes do mundo. Na lista dos 10 mil melhores cientistas aparece o professor Angelo Antonio Agostinho, que no ano passado já figurou entre os cientistas mais influentes do mundo. Em outras regiões analisadas, América Latina e o grupo de países emergentes dos Brics, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, 102 pesquisadores da UEM destacam-se, incluindo Agostinho.

    Agostinho é aposentado do Departamento de Biologia (DBI) e docente voluntário no Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais (PEA), do qual foi um dos fundadores. É um dos 75 brasileiros no Top 10 mil mundial da AD.

    “Fico feliz com essa situação. Para mim, representa um ânimo novo para continuar trabalhando, já que ainda temos muito a fazer, porque na área em que trabalho [ecologia de áreas alagadas, especificamente sobre peixes] ainda há muito para ser investigado e muitas lacunas para ser preenchidas”, disse Agostinho.

    Julio César Damasceno, reitor da UEM, parabenizou todos pesquisadores listados na AD, dizendo que enxerga essas listas como prêmios; além de ser motivo de muito reconhecimento para pessoas que tanto se dedicam e trabalham. Ainda conforme o reitor, os rankings da AD “mostram que a UEM se consolida como uma universidade de Pesquisa, com reconhecimento internacional.

    Para a região dos Brics, a AD Scientific Index registra 3.192 brasileiros no Top 10 mil. Dentre estes, 46 são da UEM. Para a América Latina, a organização lista 7.656 brasileiros no Top 10 mil, sendo 102 pesquisadores da UEM (lista abaixo). Assim, a UEM posiciona-se como a quarta melhor universidade estadual do Brasil tanto no estudo latino-americano quanto no dos Brics, além de ser primeira estadual paranaense. Luiz Fernando Cótica, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, destaca que a UEM é uma instituição que realiza pesquisas de qualidade em escala global.

    “O número de pesquisadores que aparece nesses rankings reflete a alta qualidade dos pesquisadores que temos. Não só isso, mas o grande número deles que desenvolve pesquisas de ponta em nível mundial. Pesquisas de impacto são pesquisas que, além de promoverem desenvolvimento à comunidade científica, beneficiam a sociedade. E, de fato, na UEM são produzidos muitos conhecimentos que chegam ao dia a dia do cidadão” frisou Cótica.

    Embora a maioria ranqueada na AD seja masculina, a presença de mulheres da UEM inspira. É o caso de Tania Ueda Nakamura, professora do Departamento de Ciências Básicas da Saúde (DBS) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PCF). Para ela, “estar incluída em um grupo de cientistas de relevância internacional é muito gratificante, serve de estímulo à nova geração”. Nakamura é bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de [continua...]

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    24-11-2021
    O webdocumentário Chamada Zero Nove retrata as principais ações de enfrentamento à Covid-19 no Paraná. É um registro do “Programa de Apoio Institucional para Ações Extensionistas de Prevenção, Cuidados e Combate à Pandemia do Coronavírus” e está disponível no canal da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) no YouTube. Uma parte do conteúdo resume a participação da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

    A pró-reitora da Extensão e Cultura da UEM, Débora de Mello Sant’ Ana, que representou o reitor Julio Damasceno no lançamento da produção, declarou que o webdocumentário registra o esforço coletivo da Secretaria de Saúde do Paraná com as Universidades Estaduais e a UFPR. Disse que foi “emocionante e impactante ver por tudo que já passamos. E como a ação de extensão foi determinante na pandemia para reduzir o sofrimento do povo paranaense”.

    “O documentário é um importante registro deste momento histórico, nunca vivido por esta geração. Remete à entrega dos profissionais da saúde na linha de frente, das ações de governo com programas e projetos, além do aporte financeiro dedicado ao combate à pandemia”, acrescentou a superintendente do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), Elisabete Mitiko Kobayashi.

    O objetivo dessa iniciativa é registrar a dedicação de profissionais durante os momentos mais desafiadores da pandemia. Ressaltar o programa de ações extensionistas considerado uma das principais iniciativas nessa área no combate à pandemia do novo coronavírus em todo o Brasil. Os bolsistas foram lembrados pelo apoio prestado. O reitor da UEPG, universidade que produziu o documentário, Miguel Sanches Neto, resumiu que o material é uma forma de agradecimento por estar vivo e pelos profissionais que se empenharam na luta contra a Covid-19.

    “Todos demonstraram elevado grau de responsabilidade social, especialmente, os quatro hospitais universitários. Parabéns, também, aos diretores das regionais de saúde e ao parceiro Aldo pela iniciativa de registro das nossas ações neste documentário. A equipe que montou esse registro é digna dos melhores prêmios, pelo roteiro, pela fotografia e pela edição. Vocês são monstros das imagens. Muito obrigado”, discursou o secretário de Saúde, Beto Preto.

    O secretário apresentou números. Ao todo, foram contratados 1.167 bolsistas entre profissionais de saúde, professores e estudantes, que atuaram em ações preventivas, de tratamento e esclarecimentos sobre a doença. O programa envolveu um aporte de recursos da ordem de R$ 14,5 milhões. Para produzir o documentário, os responsáveis trabalharam por 19 meses percorrendo 40 cidades de todas as regiões do Paraná; foram realizadas 332 entrevistas com lideranças, professores, bolsistas, cidadãos e pacientes recuperados da doença.

    São 17 episódios somando 235 minutos de vídeo, 700 fotografias e 200 páginas de textos jornalísticos.

    Victor Cardoso
    Foto – Reprodução

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    08-11-2021
    O Departamento de Enfermagem (DEN) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PSE), Programa de Educação Tutorial (PET) Enfermagem e Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), promovem dos dias 18 à 21 de outubro o 1° Simpósio de Saúde da Mulher. As inscrições e submissões de resumos podem ser feitas até o dia 13, próxima quarta-feira.

    Podem inscrever-se alunos e docentes do curso de enfermagem da UEM e de outras instituições, assim como profissionais do Hospital Universitário de Maringá (HUM), Secretaria de Saúde e de outros serviços do setor. O link para participar está no site oficial da UEM. Depois de inscrever o conteúdo, as apresentações deverão ser enviadas até o dia 16 por meio de um formulário.

    O evento, em comemoração ao Outubro Rosa, mês destinado aos cuidados da saúde da mulher, será gratuito e acontecerá por meio do YouTube. O Simpósio conta com certificação de participação e submissão de trabalhos.

    Os temas de cada dia serão: ‘A saúde psíquica da mulher e as múltiplas jornadas’ com Priscila Brianez, dia 18; ‘Câncer do colo do útero: desafios e perspectivas’, palestra ministrada por Rejane Teixeira Tabuti no dia 19; e dia 20 ‘Assistência de enfermagem no parto domiciliar planejado: como organizar’, com Eliane Pereira Cismer. No último dia haverá apresentação de trabalhos científicos.

    Cinco fatos do câncer de mama para prevenção da doença

    A ginecologista e obstetra da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Maringá, Vanessa Bergamasco, orienta sobre a importância da prevenção e o diagnóstico precoce da doença e coloca como lema “se prevenir é viver”. Ela elencou cinco fatos de câncer de mama que muitas pessoas desconhecem. De acordo com o Instituto Nacional que estuda a doença (INCA), o câncer de mama ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no país.

    1- O câncer de mama pode surgir em todas as idades. Mas, geralmente, ocorre em mulheres com mais de 40 anos.

    2 – Os fatores de risco do câncer de mama são:

    fumar, não praticar atividade física, ingestão de bebida alcoólica, ter uma parente de 1º grau com câncer de mama, ter menstruado muito cedo e menopausa muito tarde.

    3 – Apenas o autoexame das mamas não é suficiente para detectar o câncer. É necessário também comparecer ao médico e realizar os exames de rotina.

    4 – Usar prótese de silicone não aumenta o risco de câncer de mama.

    5 – Homens também podem ter câncer de mama, mas é raro.

    Lembrando que o Outubro Rosa é uma campanha internacional com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o câncer de mama e colo de útero e proporcionar mais acesso aos serviços de diagnósticos e de tratamento para contribuir com a redução do número de mortes pela doença.



    Victor Cardoso
    Foto – Reprodução

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    08-10-2021
    Em Maringá existe uma iniciativa desde 2005 que acompanha e ajuda no tratamento de usuários de tabaco. O Projeto Tabagismo é desenvolvido pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) onde profissionais usam métodos e técnicas específicas para que o usuário largue o vício. Quem se interessar pode se inscrever no site do projeto; novas turmas serão montadas para este ano.

    “A primeira turma, que será para 15 pessoas, já está fechada. Mas aceitamos inscrições pensando em abrir novas turmas. O encontro será em uma sala virtual com toda metodologia adaptada. No encontro serão passadas técnicas para a pessoa abandonar o hábito de fumar e criar uma rotina saudável. Os profissionais que estarão nesta sala terão autonomia para identificar quem precisa de medicação. Logo após o participante será encaminhado para uma avaliação médica que constate ou não a necessidade”, explicou o coordenador do projeto, Celso Conegero.

    Ele reforça que o primeiro passo para deixar de fumar é a pessoa tomar a decisão; porém, somente 4% consegue de forma isolada, grande maioria precisa de apoio. Quando o indivíduo encontra auxílio, a probabilidade de alcançar o objetivo sobe para 54%. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, o tabagismo mata cerca 440 pessoas por dia. O site para inscrição é o tabagismo.uem.br.

    Victor Cardoso
    Foto – Reprodução

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