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    16-01-2022
    As aulas presenciais na Universidade Estadual de Maringá (UEM), uma das melhores instituições de ensino superior da América Latina, retornam amanhã (17). As últimas aulas haviam ocorrido em 1º de fevereiro de 2020, quando se encerrou o ano letivo de 2019. São 13.931 estudantes nas cerca de 70 graduações presenciais, mas apenas os 10.725 veteranos voltam dia 17, já que os 3.206 calouros virão aos sete câmpus somente no dia 31 de janeiro.

    Este não é o início do ano letivo de 2022. As aulas, que recomeçaram remotamente (pela Internet) no dia 10 de janeiro, são referentes ao segundo semestre acadêmico de 2021, que irá até 14 de maio. O 1º semestre de 2021, cujas aulas terminaram em 15 de dezembro, foi realizado em Ensino Remoto Emergencial (ERE), assim como todo o ano letivo de 2020, devido à pandemia da Covid-19. E como a pandemia ainda não acabou, fica o alerta: dentro ou fora da universidade, use máscara de proteção individual sempre!

    A UEM é a segunda universidade estadual do Paraná a voltar às aulas presenciais das graduações. A primeira foi a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), em 3 de novembro de 2021. As próximas deverão ser: Estadual de Londrina (UEL), em 24 de janeiro; Estadual do Centro-Oeste, 31 de janeiro, mesma data da Federal do Paraná (UFPR); Estadual do Paraná (Unespar) e Estadual do Norte do Paraná (Uenp), 2 de fevereiro; e, por fim, Estadual de Ponta Grossa (UEPG), 7 de fevereiro.

    A fim de recuperar a carga horária que não foi ofertada durante o ensino remoto, os cursos de graduação da UEM poderão ofertar até 20% da carga horária das disciplinas no formato a distância, segundo decisão tomada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) em novembro de 2021.

    Protocolos de biossegurança da UEM – “É importante que toda a comunidade acadêmica se informe a respeito dos protocolos de biossegurança”, pede Alexandra de Oliveira Abdala Cousin, pró-reitora de Ensino (PEN) da UEM. Acesse-os por meio deste link.

    Comprovação vacinal – Para acessar as dependências da universidade, alunos e servidores (incluindo professores) devem apresentar seus comprovantes de esquema vacinal completo contra a Covid-19. A medida, já informada anteriormente, é corroborada pelo Ofício Circular 1/22 da PEN da UEM, datado de 13 de janeiro, que orienta que “apenas poderão retomar as atividades letivas presenciais os discentes com esquema vacinal anti-Covid-19 completo, exceto nos casos de expressa impossibilidade clínica atestada por relatório médico”.
    Alunos comprovam via Secretaria Acadêmica Virtual (Sisav) e os servidores via Portal do Servidor. Aqueles que não se vacinaram por impossibilidade clínica poderão optar por fazer plano de atividades domiciliares enquanto não forem imunizados. Estudantes e servidores públicos que não se vacinaram nem seguirem os protocolos de biossegurança estarão sujeitos a faltas e sanções disciplinares.

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    19-04-2022
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi inocentada da acusação de maus-tratos a animais. O processo arquivado no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações após ser encerrado pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), órgão do ministério responsável por regulamentar e fiscalizar o uso de animais em pesquisas científicas.

    Em 2019, o Concea havia decidido que a UEM tinha cometido infração “grave” no uso de cães e multou a instituição em R$ 10 mil. A anulação da multa e a decisão de arquivar o processo, que tramitava desde 2012 no ministério, são do fim de março e foram oficializadas em abril.

    O fim do caso teve como base o parecer técnico do médico veterinário José Luiz Jivago de Paula Rôlo, representante da Federação de Sociedades de Biologia Experimental no Concea. Segundo a universidade, a época em que utilizava cães mas pesquisas, até 2011, não havia legislação sobre o tratamento que deveria ser dispensado aos cães.

    O parecer foi lido e o processo foi votado durante a 55ª reunião ordinária do Concea, em 31 de março. O resultado, com a deliberação pelo arquivamento, foi publicado na edição do Diário Oficial da União de 8 de abril.

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    09-02-2022
    O juiz Nicola Frascati Junior, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, no Noroeste do Paraná, negou uma liminar de uma estudante de Direito que pedia a dispensa do ‘passaporte da vacina’ exigido pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) para frequentar aulas presenciais. De acordo com a decisão, a exigência de vacinação contra a Covid pela UEM está em conformidade com a legislação, além de ter respaldo técnico-científico.

    A UEM é uma das universidades paranaenses que determinou a obrigatoriedade da apresentação do comprovante da vacina para o retorno às atividades presenciais. A única exceção determinada pela entidade é para os estudantes que não puderam tomar o imunizante por recomendação médica.

    Na ação, a estudante alega que o Governo Federal permitiu que os cidadãos escolham se desejam receber a vacina ou não e que a norma da UEM viola o direito dela de locomoção e educação. Ela também alega “desconhecimento prévio acerca de sua real eficácia”.

    “Não passam eles de meras conjecturas (muitos dos quais sequer se tem a citação do autor), sem nenhum embasamento fático/científico, pelo que, devem ser prontamente desconsiderados por este Juízo, bem assim, por qualquer pessoa que se repute um verdadeiro profissional da ciência jurídica”, escreveu.

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    19-01-2022
    A Comissão Central do Vestibular (CVU) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulga amanhã (20) os locais de prova para os candidatos ao Vestibular 2021 para ingresso no ano letivo de 2022. A consulta deve ser feita pelo Menu do Candidato, disponível em www.vestibular.uem.br. É necessário informar o login e a senha cadastrados no momento da inscrição.

    Neste concurso foram abertas 2.367 vagas, resultado da soma das vagas do Vestibular de Inverno e do Vestibular de Verão. Dentre os 14.541 candidatos, 2.966 inscreveram-se para concorrer às vagas pelo sistema de Cotas Sociais, Cotas Sociais para Negros e Cotas para Negros.

    As provas serão aplicadas no dia 20 de fevereiro, com início às 13h50 nas cidades de Maringá, Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Cidade Gaúcha, Curitiba, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama – todas no Paraná.

    Mais uma vez, de acordo com a CVU, o Curso de Medicina é o mais concorrido: 395.07 candidatos por vagas universais, seguido pelos cursos de Odontologia (34.78/vaga universal); Psicologia (32.96/vaga universal); Direito Matutino (29.03/vaga universal); Arquitetura e Urbanismo (28.53/vaga universal); Biomedicina (28.42/vaga universal); Ciência da Computação (28.21/vaga universal); Direito Noturno (26.37/vaga universal);e Medicina Veterinária (26.35/vaga universal).

    O resultado final do vestibular será divulgado no dia 20 de abril de 2022, a partir das 10h no site da CVU.

    Protocolos de biossegurança

    A CVU também divulgou os protocolos de biossegurança, observando e respeitando as normas e as orientações das medidas preventivas estabelecidas pelo Ministério da Saúde para o enfrentamento da Covid-19, aprovados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), para realização das provas.

    Segundo a coordenadora geral da CVU, Maria Raquel Marçal Natali, uma das medidas é quanto ao horário de entrada dos candidatos nos locais de prova que, para evitar aglomerações, será das 13h às 13h50. Outra medida foi quanto ao distanciamento de 1m entre os candidatos; também será disponibilizado álcool em gel 70% nas dependências dos locais de aplicação das provas; o candidato deverá levar sua própria garrafinha de água transparente, pois não será permitido o uso de bebedouros, como também não será permitido o consumo de alimentos.

    O protocolo ainda prevê a obrigatoriedade da utilização de máscara durante todo o tempo em que o candidato permanecer na instituição.

    Caso o candidato não opte pela utilização das máscaras faciais N95 e PFF2, ele deverá portar uma máscara reserva que será trocada após 2 horas do início da prova. A mesma medida deverá ser feita pela equipe de fiscalização, que também usará a face shield.

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    04-10-2022
    As universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM) e do Oeste do Paraná (Unioeste) receberam conceito máximo em sete programas de pós-graduação stricto sensu. A avaliação é feita pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do governo federal vinculado ao Ministério da Educação (MEC), que promove e mantém a qualidade da pesquisa científica e educação brasileira. Referente ao período de 2017 a 2020, o resultado foi divulgado em setembro e reflete o padrão internacional de desempenho nos cursos de mestrado e doutorado.

    A Avaliação Quadrienal da Capes abrange, nesta edição, mais de 7,5 mil cursos do Sistema Nacional de Pós-Graduação, em 49 áreas de conhecimento, a partir de critérios quantitativos e qualitativos acadêmico-científicos. Atualmente, as sete instituições estaduais paranaenses de ensino superior contam com 9 mil alunos matriculados em 187 cursos de mestrado (acadêmicos e profissionais) e 93 de doutorado.

    Essa iniciativa contempla uma série de critérios e indicadores, como a qualidade da produção científica, a qualificação de professores e a inserção social dos programas de pós-graduação. Na prática, os conceitos são usados por agências de fomento no direcionamento de políticas de financiamento, inclusive com impacto na distribuição de bolsas e verbas de custeio e por estudantes na escolha pelos cursos de mestrado e doutorado.

    O superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona, destaca que as políticas públicas conduzidas pelo Governo do Estado têm apoiado as universidades na melhoria de índices institucionais. “O resultado da avaliação da Capes evidencia o grau de maturidade acadêmica, na medida em que as universidades recebem o devido apoio para as atividades de pesquisa e sinaliza o nível de excelência internacional do nosso Sistema Estadual de Ensino Superior na formação de massa crítica para o desenvolvimento do Paraná”, afirma.

    Os programas de pós-graduação são analisados por comissões formadas por consultores especialistas, com base em informações anuais públicas e transparentes, registradas pelas pró-reitorias de pós-graduação na plataforma do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG). Essas comissões emitem pareceres e notas (conceitos) expressos numa escala de 1 a 7. Os conceitos 7 e 6 expressam excelência constatada em nível internacional; 5 e 4 são considerados muito bom e bom; 3 é regular; e 2 e 1 implicam no descredenciamento dos cursos. Nesse caso, os diplomas deixam de ter validade nacional.

    DESEMPENHO – A UEL passou a contar com cinco programas de pós-graduação considerados como cursos de excelência, dois a mais em comparação com a avaliação anterior. Três programas da instituição têm conceito 7 e dois têm nota 6. Entre os 49 programas da instituição, 16 aumentaram de conceito e 32 mantiveram as notas da avaliação anterior.

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