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    02-04-2025
    Até sexta-feira (4) pessoas que concluíram o ensino médio e têm o interesse de cursar uma graduação, podem se inscrever para o aproveitar as vagas remanescentes da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

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    07-11-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) avançou no ranking 2024 de pesquisadores mais citados do mundo, elaborado anualmente pela Universidade de Stanford (EUA), em parceria com a renomada editora Elsevier. Este ano, 12 pesquisadores da UEM estão no ranking, sendo que, na edição de 2023, eram nove docentes. A lista reúne 2% dos cientistas mais influentes do mundo.

    Pela ordem de classificação por citações no ano de 2023, os pesquisadores da UEM listados são: Marcos Luciano Bruschi (36.111), da Farmácia; Maurício Guimarães Araújo (40.612), da Odontologia; Sidinei Magela Thomaz (49.906), da Biologia Marinha; Angelo Antonio Agostinho (71.722), da Pesca; Valter Afonso Vieira (93.754), da Administração; Jesuí Vergílio Visentainer (101.795), da Ciência dos Alimentos; Rosângela Bergamasco (119.062), da Engenharia Química; André Luís Cazetta (151.698), da Engenharia Química; Haroldo Valentin Ribeiro (161.747), da Física; Marcelo Moreira Cavalcanti (171.301), da Matemática Aplicada; Celso Vataru Nakamura (215.674), da Farmácia; e João Luiz Pratti Daniel (380.470), da Zootecnia.

    O ranking também faz o levantamento quanto a citações ao longo da carreira. Este ano, sete dos 12 cientistas da UEM também figuram nesta classificação. Conforme a pontuação, os classificados são: Araujo (65.871), Thomaz (116.119), Agostinho(144.794), Bruschi (146.839), Visentainer (156.095), Cavalcanti (177.652) e Nakamura (244.179).

    Além da UEM, mais três universidades estaduais do Paraná figuram no ranking de 2024. Enquanto no ano passado foram listados 22 pesquisadores das Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES), este ano o total subiu para 27. Além dos 12 pesquisadores da UEM, também estão na lista nove pesquisadores da Universidade Estadual de Londrina (UEL), três da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e três da Universidade Estadual de Centro Oeste (Unicentro).

    O pesquisador Marcos Bruschi, do Departamento de Farmácia (DFA) elhor classificado da UEM na edição de 2024, figura na lista desde 2019. Ele acredita que sua posição reflete o progresso das pesquisas desenvolvidas na UEM e o impacto crescente que elas têm no cenário internacional. “A minha classificação se deve ao foco e ao trabalho intenso, buscando alunos de iniciação científica, de mestrado e de doutorado e com foco nos trabalhos de pesquisa em tecnologia farmacêutica, em nanotecnologia, em drug delivery, em produtos naturais, que é minha linha de pesquisa há mais de 30 anos, desde quando eu era aluno de iniciação científica da própria UEM”, avalia.

    Para Bruschi, a sua classificação também foi impulsionada por sua carreira internacional e trabalhos sólidos com pesquisadores de diversos países. “Possuo parcerias com vários pesquisadores, em importantes grupos de pesquisa na área de Farmácia no Reino Unido, na Itália, na França, na Alemanha, Portugal, Estados Unidos, enfim, a gente não faz ciência sozinho. A nossa pesquisa está inserida no cenário internacional e essa classificação é um reconhecimento do nosso trabalho, mostrando a qualidade do que a gente faz na Universidade Estadual de Maringá. Os assuntos que trabalhamos são de importância na área farmacêutica mundial. Fazemos pesquisa de ponta, de qualidade, e essa classificação é um reconhecimento disso”, ressaltou.

    O Stanford/Elsevier Top 2% Scientist Rankings, atualizado para 2024, baseia-se nas citações científicas de 2022, com dados verificados até o final de 2023. Este ranking inclui aproximadamente 2% dos pesquisadores mais citados no mundo, avaliados por uma série de métricas, como o índice h (quantifica produtividade e impacto com base nos artigos mais citados), ajustes de coautoria e uma pontuação de citação composta (score-c), que busca refletir a relevância dos cientistas para além do número total de publicações.

    Publicado sob o título Updated Science-Wide Author Databases of Standardized Citation Indicators 2024, o levantamento utiliza dados do banco Scopus da Elsevier, que passaram por análise detalhada realizada pelo pesquisador John Ioannidis e sua equipe na Universidade de Stanford. A metodologia classifica os pesquisadores em 22 áreas científicas e 174 subcampos com base em parâmetros estabelecidos pela Science-Metrix, considerando o impacto das publicações e autocitações, com base em dados Scopus fornecidos pela Elsevier por meio do ICSR Lab.

    A classificação é dividida em duas categorias: citações ao longo de toda a carreira e citações de 2023, anual.

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    29-10-2024
    A rede estadual de ensino superior do Paraná tem 19 cursos cinco estrelas na nova edição do Guia da Faculdade Estadão, publicado neste mês pelo jornal O Estado de São Paulo. Essa categoria reconhece o nível de excelência das graduações, que são avaliadas em relação ao projeto pedagógico, ao corpo docente e à infraestrutura.

    As universidades vinculadas ao Governo do Paraná também reúnem 246 cursos quatro estrelas, considerados muito bons, e outros 51 cursos três estrelas, que classifica as graduações como boas.

    Ao todo, 316 cursos da modalidade presencial das universidades estaduais paranaenses estão classificados em 2024, um total de 24 cursos a mais do que na edição anterior. Entre as graduações de excelência, nove são da Universidade Estadual de Londrina (UEL), que também conta com 40 cursos considerados muito bons.

    Agronomia, Ciências Biológicas e Filosofia, por exemplo, figuram há três anos consecutivos na faixa de cursos mais bem avaliados desse ranking. Geografia e Psicologia estão classificados como excelentes pelo segundo ano seguido. E pela primeira vez, aparecem no grupo cinco estrelas da UEL, os cursos de Educação Física, Letras (Inglês), Medicina Veterinária e Química.

    a sequência, com quatro cursos classificados na melhor categoria, aparece a Universidade Estadual de Maringá (UEM). As graduações em Geografia e em Matemática estão pelo terceiro ano nessa posição, juntamente com os cursos de Ciências Biológicas, que repetiu a classificação do último ano, e de Química, pela primeira vez com a melhor avaliação. A UEM também tem 57 cursos muito bons e três cursos avaliados como bons.

    A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) também é destaque na nova edição do guia, com três cursos cinco estrelas: Pedagogia, no câmpus de Cascavel; Educação Física no câmpus de Marechal Cândido Rondon; e Secretariado Executivo Trilíngue, no câmpus de Toledo. Além disso, a instituição também aumentou em quatro o número de cursos classificados como muito bons, passando de 43 para 47 graduações nesse estrato. A estadual paranaense teve cinco cursos classificados como bons.

    Para a pró-reitora de Graduação da Unioeste, Aparecida Darc de Souza, o bom posicionamento das universidades no Guia da Faculdade reflete a evolução do ensino superior do Paraná. “A avaliação confirma nosso compromisso com a qualidade do ensino e a busca constante por excelência, o que evidencia uma formação sólida e atualizada, preparando os alunos para os desafios do mercado de trabalho”, afirma a gestora.

    As universidades estaduais de Ponta Grossa (UEPG), do Centro-Oeste (Unicentro) e do Norte do Paraná (UENP), tiveram um curso, cada uma, considerado de excelência com o conceito máximo na avaliação. Na UEPG, o curso de Pedagogia aparece pela segunda vez avaliado com cinco estrelas, reforçando a atuação da instituição no campo da educação e da aprendizagem. A estadual paranaense conta, ainda, com 37 cursos classificados com quatro estrela e outros sete com três estrelas.

    Os cursos de Educação Física da Unicentro, no câmpus de Irati, no Centro-Sul do Paraná, e de Agronomia da UENP, no câmpus de Bandeirantes, na região Norte do estado, colocam as duas instituições pela primeira vez no grupo dos cursos de excelência do país. A Unicentro tem 35 cursos avaliados como muito bons e sete como bons. Na UENP, são 12 cursos quatro estrelas e oito três estrelas. A Universidade Estadual do Paraná (Unespar) fecha a lista com 28 cursos considerados muito bons e 21 classificados como bons.

    Educação Pública
    Neste ano, 823 cursos de todo o Brasil alcançaram as cinco estrelas do Guia Estadão, sendo 800 presenciais e 23 da modalidade de ensino a distância (EAD). Desse total, 700 graduações são de instituições públicas, o que representa 85% dos cursos reconhecidos como excelentes no país.

    Dos 52 cursos com conceito máximo do Paraná, 41 são de universidades públicas das esferas estadual e federal, o que corresponde a 78% desse estrato. Ainda nesse grupo, os cursos superiores das instituições ligadas ao governo estadual equivalem a 36% do total.

    A UEM, a UEPG, a Unioeste e a UENP também são destaque no Guia da Faculdade 2024 na modalidade EAD. A UEPG conta com cinco cursos avaliados como muito bons, sendo eles: Administração Pública, Geografia, Educação Física, Matemática e Pedagogia. Os cursos da instituição classificados como bons são Computação, Gestão Pública e Letras.

    A UEM figura nessa categoria com os cursos de Administração Pública, Ciências Biológicas, Física, Gestão Pública e Letras, todos com quatro estrelas. Na Unioeste, nessa modalidade de ensino, a graduação em Letras – Língua Portuguesa, Libras, Literaturas Brasileira e Surda conquistou quatro estrelas. Já a UENP conta com o Curso de Tecnologia em Gestão Pública na faixa de três estrelas.

    Metodologia
    O levantamento é realizado desde 2018, em parceria com a startup paulista Quero Educação. Mais de 10.500 profissionais da educação das cinco regiões do Brasil, entre professores e coordenadores do ensino superior, atuam como avaliadores em 35.824 cursos de todo o território nacional.

    Esses avaliadores atribuem notas aos cursos das respectivas áreas de formação e de instituições que estão localizadas na mesma região do País onde trabalham.

    A classificação é composta pela média entre as notas aplicadas de um a cinco e consideram três pontos: o perfil de professores; as condições de equipamentos, estrutura e materiais que auxiliam na formação; e as características nas propostas de ensino de cada graduação. Cursos com média total entre 4,5 e 5 são considerados excelentes (cinco estrelas). Os muito bons (quatro estrelas) são aqueles com média entre 3,5 e 4,49 e os bons (três estrelas) são os cursos que alcançam nota entre 2,5 e 3,49.

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