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    15-06-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) mantém, pelo segundo ano consecutivo, a faixa 401-600 no University Impact Ranking de 2024, da revista inglesa Times Higher Education (THE), responsável por avaliar o impacto socioeconômico ambiental com base no compromisso da universidade com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

    A metodologia empregada considera os dados dos três ODSs com maior pontuação (com peso de 26% cada) somado aos dados do ODS 17 - Parcerias e meios de implementação (com peso de 22%). A universidade se destaca nos ODS 5 - Igualdade de Gênero (com pontuação entre 48.2 - 55.2 pontos); ODS 8 - Trabalho decente e crescimento econômico (entre 65.2 - 69.2 pontos); ODS 16 - Paz, Justiça e instituições eficazes (entre 61.9 - 66.8 pontos) e ODS 17 (entre 75.4 - 80 pontos). No geral, a UEM conquistou entre 69.9 - 75.7 pontos.

    Para o chefe da Divisão de Planos e Informações da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PLD), Márcio Noveli, a menção a UEM no ranking, junto com renomadas universidades nacionais e internacionais, reflete a busca da instituição em contribuir nas importantes dimensões relacionadas aos 17 ODSs.

    Os ODS representam um plano de ação global composto por 17 objetivos e 169 metas a serem atingidos até 2030 para erradicação da pobreza, promoção da educação de qualidade, proteção do meio ambiente, energia, água e saneamento, mudança climática, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, entre outros.

    Acesse o University Impact Ranking de 2024 aqui.

    (Ana Laura Correa/UEM)

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    15-06-2024
    Antes de entrarmos propriamente no tema desta reportagem, aviso que extrair trechos dela sem dar o devido crédito é passível de enquadramento penal. Isto porque o artigo 184 do Código Penal, que trata da violação dos direitos autorais, penaliza o ato de plágio com punição, que vai desde o pagamento de multa até a reclusão de quatro anos. Vale esclarecer também o significado da palavra plágio. Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, plágio “é a apresentação feita por alguém, como de sua própria autoria, de trabalho, obra intelectual etc. produzidos por outrem". Postas estas informações, vamos à matéria.

    A comunidade acadêmica da Universidade Estadual de Maringá (UEM) volta a ter uma ferramenta para inibir plágios, ou seja, a produção de trabalhos acadêmicos com a utilização de ideias e conteúdos de terceiros sem o devido crédito. Uma parceria entre a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PPG), a Pró-Reitoria de Ensino (PEN) e a Pró-Reitoria de Administração (PAD) viabilizou a assinatura do software antiplágio Turnitin Feedback Studio. O processo da contratação de assinatura do programa foi todo realizado pela Biblioteca Central (BCE), órgão ligado a PEN, mas a gestão do contrato está a cargo da PPG, onde é mais forte a produção de pesquisa.

    Segundo a BCE, PEN e PPG, o software escolhido lidera o mercado de soluções tecnológicas em integridade acadêmica. O mesmo programa também é utilizado pela Editora da UEM (Eduem) para análise das publicações. “A UEM já teve esse software no passado e o seu histórico é muito bom. Por isso, ele foi escolhido. Entendemos que uma universidade que possui uma produção científica como a da UEM precisa estar precavida e tratar a integridade acadêmica como uma prioridade”, frisa o pró-reitor do PPG, Mauro Ravagnani. O investimento na assinatura anual do plano intermediário da ferramenta foi de cerca de R$ 60 mil e permite o cadastro de 3 mil usuários da comunidade universitária.

    Desde o mês passado, o recurso já está sendo usado para varredura de teses, dissertações, Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs), artigos científicos e, recentemente, também das redações de candidatos do Processo de Vagas Remanescentes via Histórico Escolar. De acordo com o pró-reitor de Ensino, Marcos Vinicius Francisco, cerca de 2% das redações encaminhadas via on-line foram reprovadas por estarem plagiadas.

    Ele conta que já teve experiência de usar a ferramenta. “O relatório do Turnitin não só mostra os trechos que têm similaridades, como ele mostra a origem, de onde foi extraído”. Ao mesmo tempo, Francisco alerta que é preciso ter parcimônia ao analisar o relatório, pois muitas similaridades são naturais pela recorrência de palavras usuais, como “transformação social”, “educação para uma formação crítica”, entre outras.

    Na avaliação da diretora da BCE, Márcia Regina Paiva, o uso do programa Turnitin proporciona três benefícios. “Além da Universidade, o curso e o autor ganham com a garantia de ineditismo do trabalho já que a ferramenta faz a leitura na web, comparando o texto colocado para a varredura com mais de 111 milhões de páginas. Quanto mais originalidade tiver o trabalho, melhor será, pois vai ser mais consultado e citado. Além disso, é importante salientar que tivemos uma vantagem de verificação também da Inteligência Artificial.”

    Paiva detalha ainda que é preciso excluir da varredura as referências bibliográficas, anexos e apêndices, deixando apenas o conteúdo, da introdução até a conclusão, partes que não devem ter similaridade com outros conteúdos. “Com o uso do Turnitin, a UEM vai ter uma garantia de que as publicações são inéditas, garantindo uma vantagem na qualidade do trabalho, melhorando o ranqueamento da Universidade dentro das pesquisas.”

    Segundo Paiva, assim como aconteceu com a plataforma digital Minha Biblioteca (MB) e a Biblioteca Virtual (BV) da Pearson, que foram adquiridas por uma compra coletiva para todas as Instituições de Ensino Superior (IES) paranaenses, pela parceria da Fundação Araucária e Secretaria de Estado da Ciência Tecnologia e Ensino Superior (Seti), o próximo passo é pedir uma assinatura desse sistema antiplágio coletiva para as sete universidades estaduais. “Atualmente, somente a UEM tem o mesmo software e a Universidade Estadual de Londrina (UEL) está em fase de orçamentos para aquisição”, finalizou Paiva.

    Turnitin Feedback Studio - A ferramenta apresenta, dentre outras funções, o Relatório de Similaridade, que identifica rapidamente textos não originais ou citados indevidamente, destacando similaridades com a maior base de dados mundial da internet e conteúdo de trabalhos acadêmicos e científicos, além de indexar páginas da internet em si. Cada semelhança é codificada por cores para apoiar os professores a interpretarem o relatório com mais facilidade. Um diferencial importante desta ferramenta é que ela permite não apenas a verificação de similaridade em si, mas oferece um ambiente colaborativo para aluno e professor discutirem os casos específicos de plágio por meio de observações do professor para o aluno feitas diretamente sobre o documento acadêmico em revisão. Neste sentido a ferramenta apresenta caráter formativo e preventivo, evitando a situação constrangedora de verificar o plágio apenas na etapa final da defesa de monografia, tese ou dissertação. A Turnitin é utilizada em diversas instituições acadêmicas de renome em todo o mundo, assim como no Brasil.

    Como se cadastrar
    Docentes, discentes e agentes universitários interessados devem solicitar o cadastro para uso do software na PPG, com Daiana Aldrovande, pelo telefone 3011-4518 (também atende pelo WhatsApp) ou pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Após o cadastro, o usuário irá acessar este link.

    As bibliotecárias da universidade passaram por uma formação do Turnitin e estão aptas para orientarem os professores de como utilizar a ferramenta.

    (Marilayde Costa/UEM)

    uem-na-midia
    13-06-2024
    O Dia Mundial do Doador de Sangue é celebrado nessa sexta-feira (14) e tem o objetivo de homenagear e parabenizar os voluntários que ajudam a salvar vidas. Tradicionalmente é um dia muito movimentado no Hemocentro Regional de Maringá, vinculado à UEM, que recebe mais de 60 doadores na data.

    As pessoas que comparecerem à instituição serão recebidas com cartazes e cartões de agradecimento elaborados pelos alunos do Colégio Adventista de Maringá. Além disso, durante todo o mês de junho o Hemocentro promove outras iniciativas como coletas externas, palestras e visitas guiadas. Clique aqui para conferir toda programação.

    “As datas comemorativas são importantes por promover e impulsionar junto à população o tema da doação de sangue. Com isso, favorecem o maior fluxo de doadores no período, lembrando aos que já doaram e incentivando a primeira doação de muita gente”, destaca Gerson Zanusso Junior, diretor do Hemocentro.

    Ele também reforça que as doações devem ser constantes, pois as necessidades transfusionais são diárias para os atendimentos de doenças crônicas e as urgências e emergências. “Outro fator importante é de que cada hemocomponete produzido possui seu tempo de validade estabelecido, logo as doações não devem ser ininterruptas”, afirma.

    Doação

    Para doar sangue é preciso ter entre 18 e 69 anos completos (desde que a primeira doação tenha sido realizada até os 60 anos), estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 50 kg, estar descansado e alimentado, além de apresentar um documento original com foto. Menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável legal.

    O Hemocentro fica na Av. Mandacaru, 1600, ao lado do Hospital Universitário. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira das 7h às 18h30 e aos sábados das 7h às 12h30. É possível ainda agendar horários para fazer a doação pelo link ou (44) 3011-9151 (Whatsapp).

    Números

    O Hemocentro contribuiu para o abastecimento de sangue no Paraná. No último ano, enviou 8.841 bolsas de hemocomponentes para Rede Hemepar, que atua em todas as regiões do Estado. A unidade também atendeu as mais de 6,5 mil transfusões referentes às solicitações das unidades conveniadas nos municípios que compõem a 15ª Regional de Saúde e abasteceu a Agência Transfusional da cidade de Colorado com o envio de 720 bolsas.

    (Fábio Carlucci/UEM)

    uem-na-midia
    13-06-2024
    Entre os dias 18 e 20 de junho, o Programa de Pós-graduação em Filosofia (PGF) e o Departamento de Filosofia (DFL) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), promovem o XVIII Simpósio de Filosofia da UEM - Estoicismo: história, herança e atualidade. O evento será presencial e realizado no Auditório do Bloco G-34, 1º andar.

    O simpósio visa discutir, resgatar e reavaliar o legado estoico na História da Filosofia. Como um dos mais importantes sistemas filosóficos da antiguidade, especialmente no período helenístico, o estoicismo apresenta sua filosofia como um todo interligado, que articula as três partes estoicas: Lógica, Física e Ética. Essa síntese poderosa foi fundamental para debates posteriores, particularmente no confronto com o cristianismo, e as frequentes retomadas de elementos estoicos em diversas fases da história da filosofia até os dias atuais.

    Podem participar do simpósio a comunidade em geral (interna e externa), professores de Educação Básica e Superior, e alunos de graduação e pós-graduação em Filosofia, História, Educação, Ciências Sociais e Letras.

    O estoicismo, fundado no século III a.C., defende que o bem supremo é viver de acordo com a razão e a natureza, aceitando os acontecimentos que não dependem da nossa vontade e cultivando as virtudes da sabedoria, justiça, coragem e temperança. Os estoicos afirmam que a felicidade não depende de fatores externos, mas de como nos relacionamos com eles, e que devemos buscar a serenidade e a autossuficiência diante das adversidades. Esta filosofia influenciou diversos pensadores antigos e modernos, como Marco Aurélio, Sêneca, Epiteto, Montaigne, Descartes, Kant, Spinoza, Nietzsche, entre outros. O estoicismo continua relevante na atualidade, oferecendo recursos éticos e psicológicos para lidar com desafios contemporâneos como estresse, ansiedade, depressão, violência, injustiça e crise ambiental.

    O evento possibilita a divulgação dos trabalhos realizados pelos professores e alunos do Departamento de Filosofia e do programa de pós-graduação em Filosofia da UEM, bem como a troca de experiências e conhecimentos com pesquisadores de outras instituições nacionais e internacionais. Isso promove a integração entre as diferentes áreas da filosofia e outras disciplinas afins, favorecendo o diálogo interdisciplinar e a ampliação das perspectivas filosóficas.

    O simpósio estimula o interesse e a participação dos estudantes de graduação e pós-graduação em Filosofia, que podem apresentar seus trabalhos, assistir às palestras e debates, e receber certificados de horas complementares. Além disso, fortalece o papel da UEM como uma instituição pública de ensino superior, comprometida com a produção e difusão do conhecimento científico e cultural, e com a formação de profissionais qualificados e cidadãos críticos e conscientes. A comunidade externa também se beneficia, tendo acesso gratuito ao conteúdo das apresentações e das publicações online, e conhecendo as atividades e projetos desenvolvidos pelo Departamento de Filosofia e pela UEM.

    As inscrições são gratuitas, estão abertas e podem ser realizadas por meio deste link. Mais informações podem ser obtidas no site ou pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Haverá certificação para os participantes.

    (Francisco Dias Neto/UEM)

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    12-06-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) oferta, a partir desta quarta-feira (12), um curso de formação técnica para que membros da comunidade possam integrar as bancas de heteroidentificação das cotas étnico-raciais nos vestibulares da instituição. A capacitação é obrigatória para a participação nas bancas.

    Esta será a segunda edição da oportunidade, promovida pela Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários (PRH) em conjunto com o Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afro-Brasileiros (Neiab). Realizada no Auditório do Bloco I-12 do câmpus sede da UEM, a capacitação tem carga horária de oito horas, com oferta de certificado aos participantes. As atividades serão desenvolvidas entre quarta (12) e quinta-feira (13), das 13h30 às 17h30.A iniciativa é gratuita e aberta às comunidades interna e externa da UEM. Podem participar professores, servidores técnicos, estudantes e quaisquer interessados na área. Conforme os organizadores, o principal objetivo é capacitar pessoas para a análise justa e criteriosa da autodeclaração étnico-racial de candidatos aos vestibulares da UEM.

    De acordo com a coordenadora do Neiab, Marivânia Conceição de Araújo, a realização do curso é essencial para a manutenção da política de cotas da Universidade. “Ficamos muito contentes com essa parceria entre o Neiab e a PRH, porque essa é uma tarefa importantíssima. Quanto mais pessoas estiverem preparadas para participarem das bancas e informadas sobre a necessidade da banca, menos erros ocorrerão no processo dos vestibulares”, explicou.

    A ação também oferecerá uma base teórica sólida sobre a história e as dinâmicas do racismo no Brasil. “Para além da formação para participação nas bancas, o curso também é importante porque vai debater relações raciais, apresentar elementos para pensarmos uma Universidade mais inclusiva e abrir possibilidade de discussão”, apontou. Segundo a coordenadora, o entendimento crítico sobre as questões raciais ajudará a desconstruir preconceitos e estereótipos que poderiam, inclusive, influenciar o julgamento dos futuros avaliadores.

    Além disso, Araújo lembrou que as bancas de heteroidentificação voltarão a ser presenciais já a partir dos próximos vestibulares. “É importantíssimo que as bancas sejam presenciais, para que haja uma conversa, um contato e uma apresentação entre os avaliadores e os candidatos. Isso é essencial para que a banca possa avaliar se o candidato é sujeito àquela política pública afirmativa”, destacou.

    As bancas de heteroidentificação atuam para evitar fraudes no acesso às vagas da política de cotas raciais nos vestibulares. O objetivo é assegurar que as ações afirmativas cumpram os papéis de promoção da igualdade de oportunidades e de reparação de desigualdades históricas no acesso ao ensino superior.



    Serviço
    Formação para participação nas bancas de heteroidentificação (cotas raciais) no vestibular da UEM

    Data: quarta (12) e quinta-feira (13), entre 13h30 e 17h30;

    Local: Auditório do Bloco I-12, no câmpus sede da UEM;

    Quem pode participar: comunidades interna e externa da UEM;

    Realização: PRH e Neiab.

    (Vinicius Guerra/UEM)

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