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    06-10-2024
    QS World University Ranking Latin America & The Caribbean 2025 foi publicado nesta quinta-feira (3); confira

    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é a melhor universidade estadual do Paraná pelo segundo ano consecutivo. É o que afirma o QS World University Ranking: Latin America & The Caribbean 2025, organizado pela consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS) e publicado nesta quinta-feira (3).

    Assim como no ano passado, a UEM aparece na liderança entre as cinco Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES) do Paraná ranqueadas. Já entre todas as 10 universidades paranaenses públicas e privadas analisadas pelos organizadores, a UEM figura na terceira posição, atrás somente da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

    Em âmbito nacional, a UEM foi considerada a 27ª melhor entre 96 Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras analisadas. Já entre as 320 instituições sul-americanas ranqueadas, a Universidade obteve a 82ª colocação.

    O reitor, Leandro Vanalli, lembrou que o ranqueamento da UEM reflete o trabalho colaborativo entre gestão e comunidade acadêmica. “Recebemos com muita alegria a notícia de que a UEM se posiciona muito bem a nível estadual, nacional e internacional no ranking que avalia a influência das instituições na sociedade, na produção científica e também na formação dos estudantes. Isto é fruto de investimentos feitos pelo Governo do Estado e pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), e principalmente, da qualidade dos nossos servidores e estudantes que, juntos, sempre buscamos a excelência. Parabéns à UEM e ao Sistema de Ensino Superior do Paraná”, afirmou.

    A publicação desta quinta-feira (3) também evidenciou a evolução da nota geral da UEM. Neste ano, a Universidade recebeu um escore médio de 44,4 pontos, cinco a mais que os 39,3 obtidos no ano passado.

    O crescimento se deve a avanços conquistados pela UEM em diferentes áreas. Em seis dos oito quesitos avaliados pelo ranking, a Universidade registrou melhora em relação ao ano anterior. As maiores evoluções foram em “citações por artigo” e “impacto on-line”, que avaliam, respectivamente, o número médio de citações aos artigos acadêmicos produzidos na instituição e a visibilidade da universidade nas mídias digitais.

    Neste contexto, o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PLD) da UEM, Maurício Reinert do Nascimento, destacou que a Universidade tem protagonismo internacional em diferentes setores. “Somos a 28ª em impacto nas redes sociais, a 42ª em artigos acadêmicos por professor, a 69ª em citações por artigo acadêmico e a 79ª em internacionalização da pesquisa, entre mais de 400 universidades analisadas. Este é um dos principais rankings internacionais de que dispomos, e já somos destaque não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina”, celebrou.

    O QS World University Ranking: Latin America & The Caribbean 2025 analisou, ao todo, 437 IES de 24 países da América Latina e do Caribe. Dentre todas as universidades consideradas, a UEM obteve a 101ª colocação e, assim como ocorre desde 2020, figurou entre as 25% melhores universidades – a participação da UEM no ranking teve início em 2019.

    QS World University Ranking: Latin America & The Caribbean 2025
    O QS World University Ranking: Latin America & The Caribbean é publicado anualmente pela consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS), especializada em avaliações de universidades ao redor do mundo. O ranqueamento leva em conta fatores como a produção científica, a qualificação do corpo docente e a empregabilidade dos egressos de cada IES.

    Neste ranking, além da UEM, também foram analisadas as universidades estaduais de Londrina (UEL), de Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro), bem como instituições federais e privadas do ensino superior paranaense.

    A QS também elabora rankings de abrangência mundial e temáticos, com foco específico em áreas como a sustentabilidade. No ano passado, por exemplo, a UEM foi considerada a universidade mais sustentável do Paraná e uma das 13 IES mais sustentáveis do Brasil em um ranking da consultoria.

    As classificações auxiliam estudantes de ensino médio na decisão pelas universidades mais bem avaliadas. Além disso, a consultoria promove feiras de educação e fornece informações sobre cursos e programas acadêmicos. Fundada em 1990, a empresa conta com escritórios em vários continentes, como Singapura, no Sudeste da Ásia; Nova Délhi e Bangalore, na Índia; e São Paulo, no Brasil.

    Informações sobre a metodologia utilizada pela QS podem ser encontradas no site da organização, bem como demais ranqueamentos e publicações. ASC/UEM

    qualidade-das-universidades-estaduais-e-destaque-em-mais-um-ranking-internacional
    03-10-2024
    Neste ano, as estaduais paranaenses obtiveram melhores resultados em praticamente todos os critérios avaliados pelo ranking da empresa britânica Quacquarelli Symonds (QS), principalmente nos aspectos referentes à capacidade de produção de conhecimento, por meio das atividades de pesquisa.

    As universidades estaduais de Maringá (UEM), de Londrina (UEL), de Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro) estão mais uma vez entre as melhores instituições de ensino superior do Brasil. É o que aponta a nova edição de um ranking universitário divulgado nesta quinta-feira (3) pela empresa britânica Quacquarelli Symonds (QS), especializada em consultoria educacional e classificações acadêmicas. O levantamento abrange 437 universidades de 23 países da América Latina e Caribe, sendo 96 instituições do Brasil.

    Com duas classificações no top 50 do ranking, as universidades ligadas ao Governo do Paraná mantiveram posições de destaque no ensino superior do bloco latino-americano, reconhecidas pela qualidade acadêmica e excelência em pesquisa. Neste ano, as estaduais paranaenses obtiveram melhores resultados em praticamente todos os critérios avaliados pelo ranking, principalmente nos aspectos referentes à capacidade de produção de conhecimento, por meio das atividades de pesquisa.

    A UEM figura como a 27ª instituição de ensino superior mais bem avaliada entre as brasileiras, seguida pela UEL e UEPG nas posições 34 e 56, respectivamente. No estrato regional da América Latina, as três estaduais estão nas posições 101, 119 e na faixa 201-250, nessa ordem. A Unioeste conquistou uma posição no desempenho geral, saltando do 59º para o 58º lugar nacional do ranking e se mantendo na faixa 201-250 das universidades latino-americanas. Na sequência, a Unicentro ocupa a posição 82 entre as brasileiras e a faixa 301-350 da esfera regional.

    UEPG leva serviços de saúde e atendimentos para aldeia indígena em Ortigueira
    Produções audiovisuais de ex-alunos da Unespar são destaques nacionais
    O reitor da UEM, Leandro Vanalli, destaca o reconhecimento da universidade em rankings que medem sua influência na sociedade, na produção científica e na formação de estudantes. “A UEM se posiciona muito bem em nível estadual, nacional e internacional em rankings que avaliam a influência da universidade na sociedade, na produção científica e na formação dos estudantes”, afirma. “O bom desempenho da UEM é resultado de investimentos no ensino superior e da qualidade dos servidores e estudantes que estão sempre em busca da excelência acadêmica”.

    Os resultados desse ranking da Quacquarelli Symonds refletem o comprometimento das universidades estaduais do Paraná com a educação e a pesquisa de qualidade, e confirmam a capacidade de inovação das instituições. Considerada uma das principais classificações internacionais do ensino superior, o levantamento contempla critérios abrangentes, como a reputação acadêmica, o impacto da pesquisa e a proporção entre professores e estudantes e a percepção da empregabilidade dos profissionais egressos.

    Segundo a metodologia, as instituições são avaliadas com base em oito quesitos: reputação acadêmica, que mede a percepção das universidades entre especialistas; artigos e citações por professor, que indicam a produção e o impacto da pesquisa; proporção entre alunos e docentes, que reflete o suporte ao aprendizado; porcentagem de professores com doutorado, que avalia a qualificação do corpo docente; internacionalização da pesquisa, que considera colaborações acadêmicas; impacto na web, que mede a visibilidade online; e reputação do empregador, que reflete as habilidades e competências dos profissionais graduados.

    OUTRAS INSTITUIÇÕES

    Além das estaduais, outras instituições públicas de ensino superior também estão no ranking, como a Universidade Federal do Paraná (UFPR), classificada em 12º lugar nacional; a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), na posição 36; e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná (IFPR), na 53ª colocação. A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), ocupa a 21ª posição, entre as brasileiras.

    REFERÊNCIA

    A cada ano, essa classificação auxilia estudantes de ensino médio na decisão pelas universidades mais bem avaliadas. Fundada em 1990, a Quacquarelli Symonds também organiza feiras de educação e fornece informações sobre cursos e programas acadêmicos, para além da realização de análises de instituições de ensino superior ao redor do globo. A empresa conta com escritórios em vários continentes, como Singapura, no Sudeste da Ásia; Nova Délhi, na Índia; Bangalore, na Índia; e São Paulo, no Brasil.

    AEN\PR

    uem-cultura-e-arte-sao-destaques-na-4-edicao-do-parana-faz-ciencia
    03-10-2024
    Evento acontece de 7 a 11 de outubro

    A Universidade Estadual de Maringá sedia de 7 a 11 de outubro a 4ª edição do Paraná Faz Ciência. A edição 2024 do evento tem como objetivo debater e divulgar ciência, tecnologia, inovação e educação.

    Com o tema “Cultura, Diversidade, Saberes, Inovação e Sustentabilidade”, uma das grandes novidades desta edição do Paraná Faz Ciência é a incorporação do eixo específico para Cultura e Arte, reconhecendo-as como formas de saber e reafirmando seu papel essencial na produção do conhecimento científico e na inovação.

    Como parte do esforço de evidenciar o papel da cultura na produção do conhecimento, o evento também abarca o 1º Encontro de Dirigentes de Cultura das Instituições de Ensino Superior do Estado do Paraná, a ser realizado no dia 9 de outubro. De mentoria da Diretoria de Cultura da UEM (DCU), o encontro promove o fortalecimento da cultura nas instituições de ensino do Paraná, trazendo a discussão e troca de conhecimentos entre os responsáveis pela pasta nas universidades públicas de todo o Estado.

    Dentro do Paraná Faz Ciência, o eixo de Arte e Cultura também terá um espaço próprio próximo ao Museu Interdisciplinar (MUDI), a tenda Estação Cultura, que contará com apresentações de teatro, dança, música, oficinas e intervenções artísticas entre os dias 8 a 11 de outubro, em todos os períodos do dia.

    A programação da Estação Cultura traz atrações da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), Universidade Estadual de Londrina (UEL), projetos e artistas da própria UEM e outros grupos culturais da região.

    O encerramento do Paraná Faz Ciência, que também ocorre na Estação Cultura, fica por conta do Secretário de Cultura de Maringá, Paulinho Schoffen, com o show “BRAZUCA SOUND: TIM MAIA, BELCHIOR, JORGE BEN, DJAVAN E AFINS”.

    A entrada de todas as atividades do Eixo 5 – Arte e Cultura é gratuita. A programação completa da Estação Cultura pode ser encontrada no site do Paraná Faz Ciência 2024.

    com-estrutura-e-dedicacao-uem-ajuda-a-salvar-vidas-por-meio-da-doacao-de-orgaos
    30-09-2024
    Hospital Universitário Regional de Maringá tem forte atuação com grupo de profissionais dedicados a acolher e oferecer às famílias a oportunidade de doação. Além disso, em abril deste ano começou a funcionar o laboratório de exames pré-transplante, o terceiro do Paraná.

    O ato de amor praticado por Roseli Placedina Pires e o esposo Mário Alves, doando todos os órgãos do filho Alex, somado à dedicação do pessoal ligado ao Serviço e à Comissão de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Scihdott), do Hospital Universitário Regional de Maringá, fazem do Setembro Verde um mês especial de sensibilização sobre o tema. Também consolidar 27 de Setembro como o Dia Nacional da Doação de Órgãos.

    Alex morreu em um acidente de moto, em agosto de 2007. Tinha 21 anos. Pastora evangélica há cerca de 16 anos, Roseli não tinha ideia à época da grandeza e da imensidão do gesto que a família estava praticando. “Mas sabia que era algo muito bom, que iria ajudar muitas pessoas”, diz ela. Hoje, está ainda mais convicta da relevância desta atitude.

    Passado algum tempo, a pastora voltou ao luto, conforme definição dela própria. Foi quando começou a passar mal e acabou perdendo os rins. Transplantada faz seis anos, diz que “voltou a viver”, principalmente pelo fato de não ter precisado mais fazer hemodiálise.

    O caso da enfermeira Raquel de Moraes Fonseca, funcionária de um grande hospital privado de Maringá, não é menos simbólico. Raquel ganhou um novo rim há 9 anos, após ter se cadastrado no serviço para receber o transplante e aguardado cerca de um ano e meio na fila.Ela teve o diagnóstico de insuficiência renal aos 25 anos. Num gesto de amor, a irmã dela, Débora, decidiu doar o rim em vida para a enfermeira, mas, a tentativa falhou porque Raquel apresentou uma intercorrência durante a cirurgia, retornando à hemodiálise em seguida.

    Com 46 anos à época, retornou de Curitiba e ficou um ano em recuperação. Ele voltou a trabalhar dentro do que considera uma vida normal, atuando, hoje, como funcionário de uma indústria metalúrgica. “E cá estou com uma saúde invejável”, afirma. Recuperado, definiu prioridades, como a família, a própria saúde, a fé, o ser humano e a natureza. Imaginou e conseguiu ver os dois filhos (Andressa e Bruno Henrique) formados na UEM, em Odontologia e em Biologia.

    Também alcançou outros dois desejos, o de ver os filhos casados e de poder apoiá-los financeiramente na compra de um apartamento para cada. Stabile vê como um presente divino a oportunidade de ter se tornado avô desde o último dia 28 de agosto, quando nasceu a neta Aurora. Um dia antes do nascimento dela, ele havia completo oito anos de transplante.

    Dorival entende como oportuna as pessoas conversarem com os familiares a respeito da doação de órgãos. “Manifeste o teu desejo de um dia ser um doador, proporcione vida a quem tanto precisa, ajude pessoas a concretizarem seus sonhos”, diz ele. “Graças a um gesto solidário de uma família que, juntamente comigo, salvaram mais cinco vidas”.

    TRABALHO DO HUM – A enfermeira Rosane Almeida de Freitas, coordenadora do SCIHDOTT, entende que setembro é especialmente significativo para a sensibilização de profissionais de saúde e comunidade em geral a respeito da doação de órgãos e tecidos para transplantes. Este ano a campanha lançada pelos profissionais que atuam no Serviço de Doação tem o tema “Doação de órgãos… Plante essa idéia!!!”.

    O Serviço e a Comissão de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes do HUM são coordenados por Rosane, com a colaboração dos enfermeiros Ellen Catarine Cabianchi e Fernando Taborda de Souza, além de profissionais da equipe multidisciplinar. O grupo é responsável por identificar potenciais doadores de órgãos e tecidos e, acima de tudo, se dedica a acolher as famílias de pacientes em estado crítico, independentemente da doação. Os profissionais oferecem apoio emocional e assistência nas questões sociais, buscando garantir um atendimento humanizado e digno, explica.

    Por se tratar de um hospital universitário, a equipe também capacita profissionais de saúde. “Nosso trabalho é acolher e esclarecer dúvidas durante o processo de Determinação de Morte Encefálica ou mesmo na Parada Cardiorrespiratória e dar às famílias a possibilidade de doação de órgãos ou tecidos. Quando mostramos que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e tratamos com respeito, seja na comunicação da gravidade do caso ou após o óbito, a família entende e agradece nosso cuidado. Assim, a doação de órgãos e tecidos torna-se uma consequência da assistência humanizada que oferecemos”, esclarece Rosane.

    Ela entende que passar por um processo de luto muitas vezes é inevitável. “Por isso, um acolhimento humanizado e respeitoso pode trazer alento e impactar positivamente às famílias, assim como um atendimento inadequado pode até causar danos emocionais irreparáveis”. “Doar algo que não faz falta é fácil, mas doar o bem mais precioso, alguém da nossa família é o maior ato de caridade que existe”, diz.

    EXAMES PRÉ-TRANSPLANTES – Além do trabalho desenvolvido pela SCIHDOTT, a UEM conta com a contribuição do Laboratório de Imunogenética (LIG), o terceiro a fazer exames pré-transplante no Paraná.

    Desde o início de abril deste ano, o Laboratório está aplicando os testes de histocompatibilidade para transplantes de órgãos sólidos de doadores falecidos.

    Os exames de Painel de Reatividade de Anticorpos (PRA) e Prova Cruzada (CrossMatch), fundamentais para transplante de órgãos de doadores falecidos, eram feitos somente no Laboratório de Imunogenética do Hospital Universitário Cajuru, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC), em Curitiba, e no Laboratório de Histocompatibilidade, do Hospital Universitário Regional de Londrina, da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

    Uma das principais vantagens é a redução do tempo de espera, destacando que média é de um doador falecido por dia, totalizando cerca de 30 exames por mês.

    Em abril foi iniciada a implantação do projeto de transição dos exames de Londrina para Maringá. O LIG começou a fazer a tipagem de antígenos leucocitários humanos (HLA) de doadores falecidos de órgãos, como rim, fígado, coração, entre outros. Neste segundo semestre, serão introduzidos os exames de monitoramento dos pacientes na lista de espera para transplantes renais e cardíacos, e, na sequência, os exames da prova cruzada, que é cruzar as células do doador com o sangue dessas pessoas que estão na lista de espera para saber quem pode receber.

    O novo atendimento passou a se somar aos exames já efetuados no LIG, que são de tipagem HLA de receptores e doadores de medula óssea, nas diferentes etapas do processo de busca por doadores compatíveis (família e Cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea – Redome).

    DOE VIDA

    A UEM também possui, desde 1997, o projeto “Doe Vida”, iniciado pelos professores do próprio Laboratório de Imunogenética. Coordenado pela professora Bruna Karina Banin Hirata, do Departamento de Ciências Básicas da Saúde (DBS), o projeto tem a participação de alunos de graduação e pós-graduação de diversos cursos da UEM.

    O trabalho é desenvolvido por meio de campanhas de conscientização em eventos acadêmicos e sociais em Maringá e região. O principal objetivo é levar informações de forma clara e descomplicada à população sobre transplantes de órgãos e medula óssea, desmistificando os muitos mitos que cercam o tema. A equipe do projeto incentiva as pessoas a se tornarem doadoras, destacando a importância de conversarem com seus familiares sobre essa decisão, uma vez que, no Brasil, a autorização final cabe à família do doador.

    O Paraná manteve a liderança nacional em doações de órgãos em 2023, registrando 42,5 doadores por milhão de população (pmp). Em números absolutos são 486 doadores efetivos. O Estado já tem uma das menores taxas de recusa familiar à doação de órgãos no país mas, segundo a coordenadora do “Doe Vida”, é fundamental que o trabalho de conscientização seja contínuo, de forma que esse índice se mantenha baixo, ou até mesmo diminua.

    Sobre os mitos que cercam o tema doação, Bruna Karina Hirata considera que o mais comum é as pessoas acharem que deixar um documento por escrito expressando o desejo de ser doador de órgãos ou o registro no cartório seja suficiente para que a doação de órgãos ocorra. Há também quem acredite que a lista de espera por órgãos pode privilegiar pessoas que tenham mais condições financeiras.

    uem-parana-faz-ciencia-deve-receber-35-mil-participantes
    27-09-2024
    Evento ocorre entre 7 e 11 de outubro, com o tema “Cultura, Diversidade, Saberes, Inovação e Sustentabilidade”

    A movimentação no câmpus sede da Universidade Estadual de Maringá (UEM) aumentou nas últimas semanas. O motivo é que falta muito pouco para o Paraná Faz Ciência, o maior evento científico do estado. A instituição vai sediar o encontro entre os dias 7 e 11 de outubro, e o comitê organizador está focado em cada detalhe para garantir que as atividades e os participantes sejam recebidos com o conforto e a estrutura que a ocasião merece.

    Embora o trabalho tenha se intensificado nos últimos dias, o organizador do evento, Rafael da Silva, afirma que a preparação começou bem antes da assinatura do convênio, e, por isso, muitos preparativos estão adiantados. “Começamos a trabalhar assim que soubemos que seríamos nós a sediar o Paraná Faz Ciência. Antecipamos o que era possível. Dessa forma, quando a parte burocrática foi finalizada, praticamente tudo já estava encaminhado”, tranquiliza.

    Mais de 30 instituições parceiras confirmaram presença. O encontro reunirá estudantes, professores, pesquisadores, profissionais de diversas áreas e o público em geral interessado em ciência e tecnologia. O tema desta edição do evento é “Cultura, Diversidade, Saberes, Inovação e Sustentabilidade”.

    A expectativa é que 35 mil pessoas, entre elas 10 mil alunos de ensino fundamental e médio, participem da extensa programação, que inclui debates, palestras, workshops, visitas técnicas, oficinas práticas, mostra de profissões, exposições de projetos científicos e apresentações culturais.

    As atividades ocorrerão em vários departamentos do câmpus. Entretanto, a maioria ficará concentrada em três estruturas: a maior delas é a tenda da Mostra Interativa de Ciência, Tecnologia e Inovação, com 420 m², que abrigará 50 estandes de instituições parceiras e de organizações da UEM, como o Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), os câmpus regionais e os museus da instituição. A Estação Cultural receberá as apresentações artísticas e culturais, e a Estação Profissões contará com mostras e atividades dos encontros anuais de Extensão Universitária (Eaex), de Ensino de Graduação (Eaeg), de Iniciação Científica (Eaic) e de Iniciação Científica Júnior (Eaic Jr).

    Novidades
    Durante o Paraná Faz Ciência, será inaugurado o Planetário e o novo bloco do Complexo de Centrais de Apoio à Pesquisa (Comcap). Além disso, será realizado o 1º Encontro do Conselho Paranaense de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (CPPG).

    Segundo o reitor, Leandro Vanalli, receber o Paraná Faz Ciência trará grande visibilidade para a UEM. “Estamos extremamente honrados em sediar o maior evento de ciência do Paraná aqui na nossa UEM. Este evento representa uma oportunidade de nos posicionarmos como centro da ciência e da tecnologia no estado durante o período da sua realização, promovendo a troca de saberes entre as universidades, instituições e a comunidade universitária, e, também, com a comunidade externa. Nossa expectativa é altíssima. Estamos prontos para receber o Paraná Faz Ciência 2024 e somos gratos a toda a equipe organizadora”, enfatiza.

    A UEM realizará o Paraná Faz Ciência 2024 em conjunto com a Fundação Araucária (FA) e a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) do Paraná. Para o secretário da Seti, Aldo Bona, a escolha da UEM pelo Conselho dos Reitores das Universidades Estaduais foi estrategicamente pensada com o objetivo de valorizar o conhecimento produzido no interior paranaense.

    “O Paraná Faz Ciência é o maior evento científico do Paraná, e, desde o ano passado, adotamos como estratégia realizar o evento no interior do estado. A UEM é uma grande referência na região, e nossa expectativa é reunir a comunidade científica paranaense e os demais interessados em conhecer os resultados do trabalho deste grande patrimônio do povo paranaense, que é o Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior”, finaliza.

    Paraná Faz Ciência
    O Paraná Faz Ciência é organizado por Seti, FA e pela Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), em colaboração com várias Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) do estado. A iniciativa faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, um projeto nacional que tem o objetivo de popularizar a ciência por meio de diversas atividades realizadas em todo o Brasil.

    A ação paranaense nasceu durante a pandemia de Covid-19, com as duas primeiras edições realizadas de forma online. Em 2023, o evento voltou a ser presencial na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e, neste ano, terá sua 4ª edição, sediada na UEM.

    Programação
    A programação completa do Paraná Faz Ciência 2024 está disponível no site oficial do evento.

    As atividades do evento estarão divididas em seis eixos temáticos: 1) Cultura, Diversidade, Saberes, Inovação e Sustentabilidade; 2) Mostra Interativa de Ciência, Tecnologia e Inovação; 3) Visitas Técnicas; 4) Oficinas; 5) Cultura e Arte; e 6) Eventos Acadêmicos

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