uem-esta-entre-as-quatro-estaduais-do-brasil-que-mais-pesquisam-sobre-a-biodiversidade
    28-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) está entre as quatro universidades estaduais do Brasil que mais pesquisam biodiversidade, segundo o ranking Top 30, publicado pela renomada editora acadêmica holandesa Elsevier, especializada em publicação científica mundial. Dentre as brasileiras da lista, apenas duas são paranaenses: UEM e Universidade Federal do Paraná (UFPR).

    De acordo com o ranking, o Brasil se destaca entre os países latino-americanos. Das 30 universidades listadas, 22 são brasileiras, sendo 18 federais e quatro estaduais.

    A UEM figura como a única estadual da região Sul. Ela integra o grupo das estaduais com três de São Paulo: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A estadual paranaense aparece na 21ª posição entre as brasileiras mais bem avaliadas e em 28ª entre as universidades latino-americanas. O ranking é formado também por universidades da Argentina, Chile, Colômbia e México.

    CONHECIMENTO CIENTÍFICO
    O reitor da UEM, Leandro Vanalli, afirma que a inclusão da Universidade no ranking confirma o importante papel da instituição na produção do conhecimento científico. “Estar ao lado de universidades de renome é uma conquista que reflete o empenho de nossa comunidade acadêmica, composta por docentes, pesquisadores e estudantes dedicados a produzir ciência de impacto global, especialmente em um tema tão relevante para a preservação da vida, o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável”, disse Vanalli.

    “Este resultado nos incentiva a continuar investindo na pesquisa e na inovação, contribuindo para a preservação de nossa rica biodiversidade e para o avanço da ciência no Brasil. Nossa posição no ranking é, acima de tudo, uma vitória coletiva, e agradeço a todos que se empenham diariamente para o crescimento e a consolidação da UEM.”

    Para o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Maurício Reinert do Nascimento, o recente destaque da UEM neste ranking reflete o trabalho contínuo de seus grupos de pesquisa, como o Nupelia (Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura) e as iniciativas em agroecologia.

    Segundo ele, o relatório mostra como o Brasil está fazendo investimentos estratégicos em áreas fundamentais para o País, como a biodiversidade. “O Brasil é referência nessa área de pesquisa, e isso se deve, em grande parte, à nossa rica biodiversidade, que é uma parte importante de nossa identidade”, destaca.

    O pró-reitor ressalta, ainda, o fato de a UEM, como uma universidade do Interior do Paraná, se destacar ao lado de instituições relevantes no País e na América Latina. “O Nupelia, por exemplo, é uma referência não apenas no País, mas no mundo, e segue recebendo investimentos para expandir e aprofundar o conhecimento gerado aqui”.

    Luiz Felipe Velho, vice-coordenador do Lupélia, também enfatiza que este ranking coloca a UEM entre as mais famosas universidades estaduais e as principais federais do País, evidenciando sua produção científica na área de biodiversidade.

    “Temos vários grupos de pesquisa na UEM trabalhando com biodiversidade, mas, sem dúvida nenhuma, as quatro décadas de produção científica do Nupelia e as três décadas do Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais, o PEA, têm contribuído enormemente para o estudo da biodiversidade, não só no Paraná, como também no Brasil e são os principais responsáveis por esse destaque da UEM nesta área.”

    Segundo ele, o PEA é um curso de pós-graduação em Ecologia com nota 7 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que tem focado seus estudos na Planície de Inundação do Alto Rio Paraná, e mais especificamente sobre a biodiversidade desse ecossistema. O vice-coordenador do Nupelia, ainda citou o Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (PBC) e o programa de Pós-Graduação em Biologia Comparada (PGB) que realizam pesquisas em biodiversidade e colaboram para o posicionamento da UEM neste ranking.

    LONGEVOS
    A coordenadora do Nupelia, Susicley Jati, avalia que o bom posicionamento da UEM na área é motivo de orgulho para os pesquisadores do programa e destacou vários projetos, inclusive dois longevos. “Um deles é o Projeto de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (Peld), financiado pelo CNPq, que está sendo desenvolvido há 23 anos. Além dele, outro que existe há mais tempo é o Monitoramento de Macrófitas Aquáticas, mantido em parceria com a Itaipu Binacional, que inspeciona os principais braços do reservatório no lado brasileiro desde 1995”.

    Susicley acrescentou que, em rede com outras instituições do Estado, os pesquisadores do Nupelia estão coordenando três estudos do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI): o de Serviços Ecossistêmicos, Taxonline e Emergência Climática. “Existem ainda outros projetos de biodiversidade que foram firmados diretamente com os pesquisadores, entre eles o Amazônia +10, da professora Evanilde Benedito, e o projeto Biocar, que relaciona biodiversidade com a produção de carbono do professor Roger Paulo Mormul.”

    RELATÓRIO ELSEVIER
    No geral, o relatório revela o estado atual da pesquisa sobre a biodiversidade em todo o mundo, com ênfase na América Latina. Do total, 32% das pesquisas globais publicadas sobre biodiversidade são da Europa e 11% da América Latina, com Brasil e México liderando esse campo, representando 58% do total de pesquisas realizadas na região. Na classificação mundial, o Brasil é o quinto país que mais produz pesquisa na área, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China, Reino Unido e Alemanha.

    Na América Latina, o Brasil é responsável por 43,5% de todas as pesquisas sobre biodiversidade, seguido pelo México com 14,5%, Argentina com 9,8% e Colômbia com 7,7%.

    O relatório revela que, apesar de a América Latina ter uma presença relativamente pequena na produção científica mundial em números absolutos, sua contribuição para pesquisas sobre biodiversidade é três vezes maior que a média global. Em termos proporcionais, a região concentra muito mais esforços nesse campo, evidenciando a relevância do tema para a conservação da diversidade biológica.

    diretoria-de-cultura-da-uem-promove-atividade-cultural-e-literaria-no-campus-de-umuarama
    22-10-2024
    Os campi regionais da Universidade Estadual de Maringá (UEM) continuam a receber o Gira Cultura UEM, projeto de mentoria da Diretoria de Cultura (DCU) que visa a circulação de atividades artístico-culturais fora do campus sede da Universidade. Desta vez, a ação promovida é o Rebuliço Literário que acontece no dia 25 de outubro às 10h30 no pátio do bloco A, localizado no Campus Regional da UEM em Umuarama. Qualquer um pode participar, gratuitamente.

    Vinculado ao Curso de letras, o Rebuliço Literário surgiu em 2014, dentro do Projeto de Extensão Outras Palavras (POP). O Rebuliço engloba atividades múltiplas como apresentações de saraus, oficinas poéticas, oficinas de zines, palestras, mostras de livros e exposições literárias.

    O Gira Cultura UEM continua com outras atrações até o fim do ano, pelas diferentes cidades onde a UEM está presente: Ivaiporã, Diamante do Norte, Goioerê, Cianorte e Cidade Gaúcha.

    A ação integra o selo Ocupa UEM – Arte e Cultura, que junto com o Gira Cultura UEM busca integrar a comunidade acadêmica e externa. A programação das atividades em todos os campi será divulgada no Instagram e no site da DCU.

    uem-realiza-acao-do-outubro-rosa-pet-no-lago-aratimbo
    15-10-2024
    O Hospital Veterinário do campus da UEM em Umuarama irá promover, no próximo domingo (20), a partir das 16h, uma ação para animais no Lago Aratimbó. Durante algumas horas, uma equipe do hospital estará realizando demonstrações de exames de mamas nos animais.

    A atividade faz parte da programação do Outubro Rosa Pet, desenvolvida pelo hospital para orientar donos de pets sobre a prevenção de casos de câncer em animais de estimação.

    Além das exposições, também haverá pipoca, cama elástica e pinturas para as crianças. A atividade conta com o apoio do grupo de estudos Pequenos Animais e de um laboratório de exames voltados para animais em Umuarama.

    mestrado-em-sustentabilidade-ifpr-uem-abre-inscricoes-para-alunos-regulares
    13-10-2024
    Estão abertas as inscrições para o processo seletivo para ingresso de alunos regulares no Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade – Área de Concentração em Sistemas Sustentáveis em Umuarama. O programa acontece na modalidade de Mestrado Acadêmico, realizado de forma associada entre a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR) Câmpus Umuarama.

    Os classificados iniciarão as aulas no ano de 2025. São ofertadas no máximo 21 vagas. As inscrições tiveram início na última segunda-feira (7) e seguem até às 23h59 do 31 de outubro.

    Podem participar do processo seletivo os candidatos que sejam portadores de diploma de curso de graduação de Instituições de Ensino Superior reconhecido pelo Ministério da Educação ou, provisoriamente, de certificado de conclusão de graduação ou documento equivalente, expedido pelo setor responsável.

    O processo seletivo terá as seguintes etapas: inscrição, prova escrita, envio de projeto de pesquisa, análise do currículo lattes e entrevista. A taxa de inscrição custa R$ 100 e os pedidos de isenção podem ser feitos até o dia 20 de outubro.

    Os interessados devem conferir a documentação exigida para a inscrição, isenção de taxa e outras informações nos sites do IFPR ou da UEM, onde também pode ser acessado o edital completo do processo seletivo, que também consta logo abaixo:

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