relatorio da dengue 20170505 1700210988

Com ações sistemáticas, a Prefeitura do Câmpus conseguiu atingir, no conjunto de bairros onde a instituição está inserida, o 3º menor índice de infestação da cidade

 

Em razão de um conjunto de ações adotadas pela Prefeitura do Câmpus (PCU), a área do câmpus-sede da Universidade Estadual de Maringá (UEM) atingiu, com 0,6%, o terceiro menor índice de baixo risco de criadouros do mosquito transmissor da Dengue em Maringá, conforme mapeamento feita pela Secretaria Municipal de Saúde.

O resultado do 2º Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Lira) de 2017 foi apresentado na última sexta-feira (5), durante reunião da Comissão de Mobilização Contra a Dengue de Maringá, no auditório da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico (Fadec), câmpus universitário.

Conforme a coordenadora do Parque Ecológico da UEM (PQE), Lucimar Pontara, a prevenção tem sido o foco do trabalho desenvolvido de forma integrada pela PCU. Lembrando que a atual gestão da Universidade já executava, desde fevereiro de 2015, ações de limpeza no câmpus para identificar prováveis locais de focos para a dengue, Lucimar diz que, a partir de abril do mesmo ano, numa reunião com representantes da secretaria de Saúde do município, o vice-reitor, Julio Damasceno, a PCU e o PQE se comprometeram a respaldar as demandas da Secretaria. 

Este respaldo seria dado por meio de várias ações que a Universidade desenvolveria não só para minimizar os focos no câmpus, mas para orientar e conscientizar a comunidade universitária.

Ações

A área do câmpus universitário, com cerca de 955 mil metros quadrados, está inserida no chamado estrato número 9 do Lira, composto pelo Jardim Universitário, Vila Esperança e Vila Esperança II. 

A Comissão Municipal de Mobilização Contra a Dengue é composta por representantes de  setores   das   iniciativas   pública   e   privada,como faculdades e entidades de classe. 

As informações do relatório envolvendo o campus da UEM foram transmitidas pela professora Lucimar Pontara. Ela relatou o trabalho integrado desenvolvido pela PCU para evitar o aparecimento de focos do mosquito.

Várias ações de forma integrada foram desenvolvidas na organização da paisagem do câmpus como um todo, estabelecendo um ambiente com maior qualidade de vida e conseqüentemente com o controle mais efetivo da limpeza e controle dos prováveis focos.

O trabalho integrado tem à frente a PCU, com respaldo da Reitoria, e o respaldo das diretorias de Serviço e Manutenção (DSM) e de Serviço Industrial (DSI), e da Divisão de Obras (DOP), sob a coordenação do Parque Ecológico. A Assessoria de Comunicação Social dá apoio, com a Rádio UEM FM e a TV UEM, na divulgação das ações. 

Algumas das ações executadas foram as de roçadas constantes, limpezas e mutirões para a retirada de entulhos no câmpus, o trabalho envolve ações diárias para evitar o acúmulo de lixo que possa servir como potencial criadouro do Aedes.

Além de ter sistematizada a coleta de lixo, a PCU monitorou os locais em árvores, para evitar acumulo de água, podou sistematicamente as árvores ao redor dos blocos e na divisa da Vila Esperança, revisou telhados, e efetuou pontos de vazão de água nos blocos em construção.

A coleta de amostras para o 2º Lira ocorreu de 16 a 20 de

Abril. A reunião na UEM teve a presença de diversas autoridades, incluindo o Secretário de Saúde de Maringá, Dr. Jair Biatto; além de membros da Comissão.

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